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Agronegócio

Zoneamento Ecológico: Xico Graziano visita Cocalinho a convite da AFAVA

Atualizada dia 14 mar

 

x 2COCALINHO - Termina hoje a visita técnica do engenheiro agrônomo e ambientalista Xico Graziano a Cocalinho. Ele visita o município atendendo convite da Associação dos Produtores Rurais dos Vales dos rios Araguaia, Cristalino e das Mortes, para prestar assistência técnica na construção de uma proposta de viabilidade econômica para as áreas úmidas.x1

Pela proposta do Zoneamento Ecológico de Mato Grosso, o município de Cocalinho perderia praticamente todas as áreas agricultáveis, causando desemprego em massa nas fazendas da região. Até as usinas de calcário podem ser afetadas pelo Zoneamento.

Desde a sexta-feira, Xico Graziano participou de diversos encontros com dirigentes da AFAVA, Sindicato Rural, calcários e demais envolvidos na questão.

Xico percorreu perto de mil quilômetros e visitou fazendas de Cocalinho que produzem soja e gado, mas tem área de preservação permanente. No local, poderá ser criado um Parque Estadual das Águas, partindo do pressuposto de ser área úmida permanentemente.

Ele declarou que se houvesse umidade, jamais produziria soja. O agrônomo se referiu a pretensa criação do parque como um parque da Pobreza, que irá impedir atividades em áreas produtivas.

• Xico Graziano – Ex-deputado federal que auxiliou na confecção do Código Florestal. Secretário de Meio Ambiente de Ilha Bela, Ex-secretário de Meio Ambiente de São Paulo (Ascom)

 

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Atualizada dia 19 fev 

Zoneamento Ecológico: AFAVA traça estratégias de atuação em favor da economia regional

afava 18GOIÂNIA – Aconteceu ontem a noite (18/02) uma reunião da diretoria da AFAVA – Associação dos Fazendeiros do vale dos Rios das Mortes, Cristalino e Araguaia. Na ocasião, os produtores conversaram novamente sobre o grave problema social e econômico que pode ocorrer com o Zoneamento Ecológico proposto pelo governo de Mato Grosso. Os produtores discutiram a contratação de assessoria jurídica e técnica a fim de buscar dados para estudos técnicos sobre o Vale do Araguaia.
A AFAVA entende que não há nenhum estudo técnico que possa embasar a consulta sobre o Zoneamento. A consulta no site da Seplag não recebeu nenhuma publicidade, e portanto, a sociedade em geral não ficou sabendo. “Aliás, a matéria se tornou pública somente depois que a AFAVA começou postagem de notícias alertando a população”, disse o presidente Hugo Frota.
Alguns produtores rurais também se manifestaram sobre uma nota emitida pela Seplag em relação a consulta do Zoneamento Ecológico. No documento, a Seplag justifica que o projeto surgiu a partir das várias entidades integrantes do Conselho Estadual. Porém, o governo não diz na nota, que vai escutar as reivindicações do agronegócio do Araguaia. Isso deixou os membros da Afava com os cabelos em pé.
Outra situação grave vista sob a ótica dos produtores rurais é a composição da comissão que estuda o processo do zoneamento. A AFAVA entende que os produtores praticamente não tem representação na comissão, mas populações indígenas, ONGs e ambientalistas ganharam muito espaço nesta comissão.
O fato de ONGS e ambientalistas terem voz ativa acima dos interesses do agronegócio demonstra claramente um contrassenso. Hugo Frota ressalta que os produtores que geram emprego e renda seguem as regras do Código Florestal Brasileiro. Porém, o prejuízo advindo do Zoneamento também afetará a economia dos municípios. Tanto que a consulta do Zoneamento só se tornou pública por iniciativa dos produtores.


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Atualizada 16 fev

AFAVA recebeu informação sobre adiamento da consulta

afava docCUIABÁ – A AFAVA, Associação dos Fazendeiros do Vale dos rios Araguaia, Cristalino e das Mortes foi informada que o governador do Estado prorrogou por mais 30 dias o prazo para a manifestação sobre a proposta de Zoneamento Ecológico.
O comunicado foi feito aos deputados estaduais. O presidente da AFAVA, Hugo Frota, considera esse prazo ainda muito curto para ampla mobilização da sociedade, ainda mais diante da falta de publicidade da consulta pública pela internet.
Frota também destacou que agora é a hora do Vale do Araguaia se unir para defender o direito à produção agropecuária sustentável que trará o tão esperado desenvolvimento da região.
A AFAVA também ressalta que, desta forma, a consulta não pode prosseguir. Faltam esclarecimentos detalhados das questões de solo, de regime de águas e de vegetação das diversa regiões de Mato Grosso.
"Antes de levar o assunto para consulta, a AFAVA entende que é preciso ter uma proposta que realmente atenda aos anseios de cada região com suas particularidades", destacou ele.
Atualização às 14hs
Nossa reportagem acabou de consultar o site da Seplag (14hs). Lá ainda consta publicidade de que a consulta ao Zoneamento teria terminado dia 16/02.


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Atualizada dia 11 fev

 Assunto debatido rm Brasília

BRASÍLIA – Técnicos do Ministério da Agricultura e da Embrapa se reuniram hoje para discutir a utilização das áreas úmidas. O Senador Carlos Fávaro encampou a luta em prol das áreas úmidas.brasilia zoneamento

O parlamentar vai seguir atento aos desdobramentos. O assunto, invariavelmente passou pelo uso de áreas úmidas, o que interessa diretamente ao Vale do Araguaia.

Acontece que a proposta de Zoneamento Ambiental em discussão em Mato Grosso, pode prejudicar o uso de áreas úmidas, inviabilizando mais de 4 milhões de hectares do agronegócio do Araguaia, em 17 municípios.

Dr. Marcos Montes, Secretário Executivo do Ministério da Agricultura, presidente da Embrapa Celso Moretti, e o assessor parlamentar Gideon Rosa participaram do encontro, entre ouros assessores.

Eles se mostraram particularmente preocupados com a situação da utilização das áreas úmidas, sob risco com a proposta do novo zoneamento.

Os representantes da Embrapa se colocaram a disposição para fazer um estudo técnico que possibilite o aproveitamento das áreas úmidas com sustentabilidade.

Segundo a representante da AFAVA – Associação dos Fazendeiros do Vale do Araguaia, os produtores sempre quiseram produzir seguindo a legislação ambiental e com amparo técnico.

Dra. Carmem Bruder, agropecuarista de Cocalinho ressalta: “essa é uma luta antiga, respeitar o meio ambiente e produzir alimento para sustentar o mundo”. (Ascom Afava)

 

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Atualizada 08 fev 

 OAB pede suspensão de zoneamento

CUIABÁ - A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) solicitou ao Governo do Estado a suspensão da Consulta Pública Preliminar do Zoneamento Socioeconômico Ecológico do Estado de Mato Grosso (ZSEE), que esta aberta até dia 16 de fevereiro. Outras entidades da sociedade civil organizada também requereram a suspensão.oab zoneamento
O zoneamento norteia decisões de agentes públicos e privados no que diz respeito a planos, programas, projetos e atividades, que direta ou indiretamente utilizem recursos naturais. Para isso, determina restrições assegurando a plena manutenção do capital e dos serviços ambientais e dos ecossistemas.
O presidente da Ordem, Leonardo Campos, lembra que uma proposta de ZSEE foi encaminhada à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) em 2008. Contudo, após a realização de uma série de seminários técnicos e audiências públicas, em 2011 foi apresentado um substitutivo ao projeto original.
“Ao analisarmos este novo documento constatamos que as alterações debatidas e aprovadas em 2011, quando da elaboração do substitutivo, não foram levadas em consideração. Isso nos causa grande preocupação, uma vez que pode gerar grande impacto aos setores produtivos e a sociedade como um todo”, afirma.
Já a presidente da Comissão de Direito Ambiental da OAB-MT, Renata Viviane da Silva, explica que a elaboração do Zoneamento é complexa e necessita de vasto estudo para que haja integração entre políticas públicas, gestão territorial e de políticas setoriais com impactos no ordenamento e uso do território.
“A proposta precisa promover a conciliação entre preservação, produção, economia, desenvolvimento humano e dos municípios. Sem isso, o ZSEE pode trazer prejuízos ao Estado. Assim, é preciso que o Governo considere os estudos técnicos que culminaram no substitutivo, submetendo-os também a especialistas de renome nacional. ” (site www.oabmt.org.br)

Matéria original aqui -0 https://www.oabmt.org.br/noticia/17200/oab-mt-pede-ao-governo-do-estado-a-suspensao-da-consulta-publica-sobre-zoneamento-socioeconomico

 

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Publicado em 05 fev

campanha agroÁGUA BOA – Está sendo lançada nas mídias e redes sociais, uma ampla campanha em favor do agronegócio do Araguaia.

Encampada por algumas lideranças, a campanha visa conscientizar a população a votar contra o zoneamento socioeconômico e ambiental proposto pelo Estado.

No entendimento das lideranças, a proposta destruirá a economia, a geração de emprego e a arrecadação de impostos em 17 cidades do Araguaia.

O objetivo é chamar a atenção dos produtores rurais, dos empresários, dos trabalhadores e de toda a sociedade, sobre a real situação do Araguaia.

A campanha defende a geração de emprego e renda feita pelo agronegócio, pilar de sustentação da economia regional. Como está proposto, o zoneamento proibirá o uso tecnificado das terras, o que prejudicaria o sustentáculo da economia regional.

 

 

 

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