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Agronegócio

Milho balanço semanal do IMEA

Atualizada 02 ago 22

CUIABÁ - Dia 01/08, o Imea divulgou a 11ª estimativa da safra 2021/22 de milho em Mato Grosso. O relatório manteve as estimativas de área em 6,39 milhões de t, volume 9,43% maior que o da safra passada, pautado pelo aumento na demanda externa e pelas usinas de etanol de milho no estado. Com 97,95% das áreas colhidas, o Instituto manteve a projeção em 102,10 sc/ha, diante do cenário reportado pelos informantes.
Cabe ressaltar, que nem todas as regiões foram afetadas com intensidade pela seca, uma vez que regiões como médio-norte tiveram um maior percentual semeado na janela ideal, favorecendo o desenvolvimento do cereal. Desse modo, para o próximo mês, o Instituto vai reavaliar justamente com os agentes de mercado e produtores de milho, quanto a consolidação do rendimento do cereal no estado. Por último, sem alteração nas estimativas, a produção se manteve em 39,16 milhões de t, 20,24% a mais que a safra passada.
ALTA NA B3: devido a maior demanda para exportações e ao avanço nas cotações dos prêmio, o preço do milho corrente na bolsa brasileira apresentou acréscimo de 1,76%.
DIFERENÇA DE BASE: com o aumento nas cotações do cereal na CME Group e a alta no mercado estadual, o diferencial de base apresentou queda de 10,02%.
DÓLAR: com o aumento da taxa de juros americana, o dólar se tornou mais atrativo para o investidor. Desse modo, a moeda americana recuou 3,58% na última semana.
Colheita do milho argentino avança, mas continua atrasada em relação à safra passada.
Dados do último relatório semanal divulgado pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) afirmam que o percentual colhido no país chegou a 74,20% até o dia 27/07, o que representa um avanço semanal de 7,00 p.p. da área estimada.
Contudo, apesar do bom avanço, a colheita ainda se encontra com 7,20 p.p. de atraso em relação ao mesmo período da safra passada, pautado pelo aumento no volume de chuvas e umidade nas regiões produtoras da Argentina. Desse modo, a BCBA manteve a projeção da produtividade em 117 sc/ha na média nacional e produção de 49 milhões de t para a temporada.
Por fim, com o avanço da colheita na Argentina e no Brasil, que se encontra, com 59,60% colhido até o dia 23 de julho, na média dos nove principais estados produtores do país (Conab), a entrada da ampla produção do cereal sul-americano para a temporada atual vem impulsionando a disponibilidade da oferta mundial do milho.

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Atualizada dia 26 jul 22

CUIABÁ - As cotações do milho corrente em Chicago apresentaram queda na semana passada e ficou cotado na média de US$ 5,88/bu, recuo de 3,24% no comparativo com a semana anterior. Isso se deve as perspectivas de uma recessão global impulsionada pela alta da inflação, principalmente, nos EUA e na UE que estão em níveis recordes.
Somado aos fatores macroeconômicos, as previsões climáticas nos EUA indicam clima propício para o bom desenvolvimento do cereal na região do Corn Belt, que poderá proporcionar produtividade superior ao esperado. Contudo, mesmo com a queda do milho em Chicago, houve uma alta de 0,18% em Mato Grosso, cotado a R$ 59,90/sc na média da semana passada. Essa conjuntura ocorreu devido à alta no dólar e nos prêmios portuários, que reduziram os impactos causados pela queda nas cotações do milho na bolsa americana. 
ALTA EM MT: devido à alta nas cotações dos prêmios e o aumento do dólar na última semana, as cotações do milho corrente na bolsa brasileira apresentaram acréscimo de 2,80%.
MT-CME: com o recuo nas cotações do milho na CME Group e somado a alta no mercado estadual, o diferencial de base apresentou queda de 16,01% na semana passada.
DÓLAR: com perspectiva do aumento dos juros nos EUA, o dólar se tornou mais atrativo ao investidor em relação ao real, que proporcionou alta de 0,74% na moeda dos EUA.
Colheita segue em ritmo acelerado no estado e tem avanço acima da média dos últimos 5 anos.
A colheita do milho chegou a 94,06% da área estimada em Mato Grosso até a última sexta-feira (22/07), o valor é 21,26 p.p. superior ao que foi observado no mesmo período a safra passada. 
Com isso, o avanço semanal da safra 2021/22 foi acima da média das últimas cinco safras, contudo, vem reduzindo o ritmo na medida que os trabalhos a campo chegam perto do fim, como mostra o gráfico. Desse modo, a colheita avançada, somado a produção recorde de grãos para a safra 21/22 e atrasos nas comercializações de soja e milho no estado, são fatores que estão contribuindo para acentuar os problemas com o déficit de armazenagem em Mato Grosso. Nesse sentido, a falta de armazén no estado vem contribuindo para o despejo a céu aberto nos pátios dos armazéns, expondo o cereal às variações climáticas, que pode vir a prejudicar a qualidade do milho matogrossense.

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Atualizada dia 19 jul 22

CUIABÁ - O custo de produção do milho de alta tecnologia no estado, finalizou o mês de junho estimado em R$ 4.497,82/ha, em um comparativo com o custo final da safra anterior, é possível notar um aumento de 24,80%. Esse encarecimento se deve, principalmente, aos maiores preços do KCl, MAP e Ureia, que receberam um incremento de 53,61%, 28,94% e 28,66%, respectivamente, no mesmo período.
Esse cenário aconteceu em função das incertezas de abastecimento desses produtos em decorrência da crise energética chinesa no final de 2021, que reduziu a produção desses insumos no país. Como também, os conflitos entre a Rússia e a Ucrânia que dificultou o escoamento dos fertilizantes russos. Sendo assim, neste cenário, para que o produtor consiga comprar uma tonelada de MAP, KCl e Ureia, é necessário que ele dispenda de 107,90/sc, 105,39/sc e 80,52/sc, respectivamente
MILHO MT SOBE: Com o aumento do dólar, as cotações do milho em Mato Grosso receberam uma alta de 2,03%, finalizando a semana com o preço médio de R$ 59,69/sc.
COLHEITA AVANÇA: Na última semana, a colheita de milho no estado avançou 10,88 p.p. em relação a semana anterior e atingiu até a última sexta-feira, 85,29% da área colhida.
DÓLAR SOBE: pressão inflacionária nos EUA impactaram na menor disponibilidade de dólar no mercado brasileiro. Desse forma, o dólar valorizou 0,74% na última semana.
Queda na produção pautam reajuste na relação de oferta e demanda de milho em Mato Grosso para a safra 2021/22 (jul.22 a jun.23). 
Segundo o relatório dilvulgado pelo Imea, a oferta do cereal para a temporada é projetada em 39,18 milhões de toneladas (t), redução de 3,43% em relação ao último relatório, pautado pela escassez hidrica no estado nos meses de abril e maio. Assim, a demanda foi reajustada para 39,16 milhões de t, 8,64% a menos que a última estimativa.
Desse modo, o consumo interno foi projetado em 11,92 milhões de t, queda de 0,09% frente a estimativa anterior, motivado pela maior participação do DDG no mercado de ração animal. A expectativa de maior oferta do cereal para outros estados produtores no mercado brasileiro, impactou na redução do consumo interetadual em 2,05%, que ficou estimado em 3,35 milhões de t. No que tange as exportações, devido a menor oferta no estado, é esperado que o MT envie ao exterior 23,89 milhões de t, 5,19% abaixo da projeção passada. Para ler o relatório na íntegra, acesse aqui.

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Atualizada dia 12 jul 22 

CUIABÁ - As exportações de milho em Mato Grosso exibiram um volume de 456,55 mil toneladas somente no mês de junho deste ano. Neste cenário, o estado enviou ao exterior 36,06% a mais do cereal que no mês anterior e 410,04% a mais que no mesmo período da safra passada. Isso se deu pela antecipação da colheita que começou no mês de maio na maior parte das regiões do estado e segue a mais antecipada em relação às últimas cinco safras, desde o começo dos trabalhos de campo.
Sendo assim, os agentes conseguiram antecipar os embarques do cereal que haviam sido comercializados antecipadamente. Por fim, com o fechamento do ano safra 20/21 (jul-jun), no acumulado, foram enviados 16,53 milhões de toneladas ao exterior, valor 26,36% menor que o registrado na safra anterior. O principal motivo da queda está relacionado com a quebra produtiva que ocorreu na temporada passada, dado aos atrasos na semeadura em MT, em que grande parte das áreas de milho foram plantadas fora da janela ideal.
MILHO MT RECUA: a maior disponibilidade do milho em MT provocou recuo nos preços. O preço médio do cereal ficou cotado a R$ 58,50/sc na última semana.
CME CAI: com maior oferta de milho que estimado inícialmente para a safra de milho nos EUA, segundo os dados do USDA, as cotações caíram 0,32% em Chicago na última semana.
DÓLAR SOBE: receio por uma futura recessão global leva investidores a demandar mais a moeda americana, causando uma valorização de 2,36% em relação ao real.
Com lentidão nas vendas, volume comercializado de milho para a safra 21/22 em Mato Grosso atingiu 63,57% da produção estimada. Os dados do relatório de comercialização de milho, divulgado pelo Imea nesta segunda-feira (11/07), indicam que as vendas da safra atual avançaram apenas 2,56 p.p. em relação ao último mês, menor valor observado nos últimos três meses.
A lentidão foi pautada pela cautela por parte dos produtores, que aguardam um maior percentual colhido para terem melhor percepção em relação ao rendimento do milho, que foi prejudicado pela escassez hídrica em algumas regiões do estado nos meses de abril e maio. Outro fator foi a queda nas cotações do milho disponível no último mês na bolsa de Chicago em 3,87%, que corroborou para o recuo nas cotações do estado, assim como a entrada de oferta com a chegada da colheita. Assim, com relação ao preço médio comercializado no estado, no último mês foi de R$ 65,75/sc, queda de 5,60% ante o mês anterior.

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Atualizada dia 05 jul 22

Segundo o 10º relatório da safra de milho em Mato Grosso realizado pelo Imea, as estimativas de área e produtividade para a safra 2021/22 se mantiveram inalteradas em relação ao último relatório, tendo em vista as poucas alterações reportadas quanto ao panorama das lavouras no estado. Desse modo, a área se manteve estimada em 6,39 milhões de hectares, valor 9,43% superior ao observado na safra passada.
Até a última sexta-feira (01/07), cerca de 55,50% das área de milho em MT foram colhidas e diante dos rendimentos reportados pelos informantes, o instituto manteve a previsão de produtividade do cereal em 102,10 sc/ha na média do estado. Para o mês de julho, quando um maior percentual das áreas atingidas pela escassez hídrica nos meses de abril e maio for colhido, o Imea deve reavaliar os dados da safra. Por fim, sem alterações nos números, a expectativa quanto à produção permaneceu em 39,16 milhões de hectares, 20,24% a mais que na temporada passada.
QUEDA: com a maior disponibilidade de milho no mercado interno devido ao avanço da colheita, a cotação do milho disponível em MT apresentou queda de 4,34% na última semana.
B3 CORRENTE: acompanhando o mercado externo e com o avanço da colheita do cereal no país, as cotações do milho na bolsa brasileira recuaram 3,84% na última semana.
DÓLAR EM ALTA: com temores de uma recessão global e aumento da taxa de juros americana, o dólar ficou cotado a R$ 5,26/US$ na última semana, alta de 0,96%.
Relatório do USDA prevê aumento na área plantada de milho em relação a primeira estimativa para a safra 2022/23 nos EUA.
Na primeira estimativa de área plantada realizada em mar.22 pelo USDA, o departamento previa que seriam semeados 36,22 milhões de hectares do cereal para a safra 2022/23, número 3,68% menor em relação ao ano anterior, dado as previsões de clima mais seco no país. Assim, com os atrasos na semeadura do cereal, que ocorreram em grande parte do período dos trabalhos a campo em virtude do clima adverso, a nova estimativa do USDA manteve a previsão de menor área plantada para essa temporada.
Porém, trouxe uma revisão positiva em relação a primeira estimativa em 0,47%, agora estimado em 36,39 milhões de hectares. Por fim, a divulgação da correção impactou a bolsa de Chicago na última semana, que recuou 1,00% nas cotações do milho no contrato corrente no comparativo semanal, com a perspectiva de maior oferta do cereal no mercado.

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Atualizada dia 28 jun 22

CUIABÁ - A colheita do milho em Mato Grosso atingiu 35,70% da área prevista até a sexta-feira (24/06), o que representa um avanço semanal de 10,13 p.p. em relação à semana passada. Os trabalhos na região norte foram mais intensos e registraram 14,35 p.p. a mais que no último relatório, seguida da médionorte, com 12,94 p.p. e noroeste, com 10,12 p.p.
Desse modo, até o momento, as regiões com o maior percentual colhido são a médio-norte, norte e nordeste, com 45,47%, 39,49% e 36,83%, respectivamente. Contudo, há relatos de falta de armazéns disponíveis em alguns municípios, forçando o despejo do milho colhido a céu aberto, o que é um ponto de atenção quanto a qualidade do cereal, dado a exposição às variações climáticas. Por fim, a colheita do cereal no estado segue adiantada em relação à série histórica do Instituto para o período e está 25,99 p.p. adiantada se comparado com à temporada passada, reflexo do adiantamento da colheita da soja e semeadura do milho no estado,
QUEDA: com a maior oferta de milho no mercado em função da colheita, o preço do milho disponível em MT apresentou queda de 6,86% na última semana.
BASE MT-CME: mesmo com o avanço da cotação do milho na CME, a alta do dólar continuou distanciando os preços do cereal no estado em relação a Chicago.
DÓLAR EM ALTA: devido às preocupações com políticas monetárias mais rígidas e a crescente alta da inflação nos EUA, a moeda americana teve alta de 1,35% na última semana.
Apesar do atraso no plantio do milho norteamericano para a safra 2022/23, as condições das lavouras estão melhores que o observado na safra passada, para o período. 
Segundo o relatório de acompanhamento de safra dos EUA divulgado pelo USDA na segunda-feira (27/06), o percentual emergido do grão nos EUA, já se encontra em 100%. Em relação às condições das lavouras, mesmo com os atrasos em grande parte do período da semeadura de milho no país, o percentual de áreas consideradas boas ou excelentes está em 67%, recuo de 3 p.p. em relação a sema passada. 
Quando comparado com o mesmo período da safra passada, a soma das lavouras nessas condições era de 64%. Contudo, a revisão negativa na semana passada quanto a situação das lavouras nos EUA impactaram na alta das cotações na CME Group na segunda-feira. Assim, os relatórios do USDA quanto a situação das lavouras devem continuar sendo um indicador importante no curto prazo para as movimentações na bolsa

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Atualizada dia 21 jun 2022

CUIABÁ - O custeio mensal da safra 22/23 ficou em R$ 3.585,06/ha no mês de maio em Mato Grosso, o que representa uma leve queda mensal de 0,38%, contudo, valorização de 12,84% frente à safra 2021/22. Essa alta se deve a forte influência do acréscimo nos preços dos macronutrientes, uma vez que durante esse período, o KCl , MAP e a ureia tiveram um avanço de 43,79%, 43,38% e 41,36%, respectivamente, em suas cotações.
Isso se deve, principalmente, à crise energética chinesa no fim de 2021, o que desfalcou a oferta de fertilizantes no mercado, bem como ao estopim dos conflitos entre a Rússia e a Ucrânia, que vem dificultando o escoamento desses produtos para exportação e impactando diretamente na oferta mundial. Sendo assim, com o preço ponderado do milho em maio da safra 22/23 em R$ 65,23/sc, a relação de troca do MAP ficou em 95,70 sc/t, KCl em 85,39 sc/t e ureia em 71,16 sc/t, alta de 27,47%, 66,92% e 20,92%, respectivamente, se comparado com a safrapassada do cereal.
MILHO MT VALORIZA: Com Chicago e o dólar em alta, o preço do milho em MT acompanhou o mercado na última semana, com alta de 2,93%.

BASE MT-CME AUMENTA: Mesmo com o avanço nas cotações da CME, a alta do dólar distanciou os preços do cereal no estado em relação a Chicago.
DÓLAR SOBE: Com o FED rajustando a taxa de juros americana, o valor do dólar cresceu 4,38% diante do real na semana passada e finalizou o período cotado a R$ 5,14/US$.
Valor do frete de grãos via transporte rodoviário em Mato Grosso tem grande alta no último ano. 
Com o avanço da colheita no estado, a demanda por veículos de carga tende a crescer nesse período. Contudo, apesar do crescimento sazonal esperado nos preços do frete durante a colheita, outros fatores, como o preço do barril do petróleo, vêm impulsionando ainda mais os fretes. Para se ter ideia, o preço do barril Brent em Nova York e do Diesel S10 no estado, tiveram alta de 71,36% e 50,25%, respectivamente, entre os meses de jun.22 e jun.21.
Em consequência, para fins de comparação, a média de preço do frete na primeira quinzena de jun.22, de Sorriso à Santos, via transporte rodoviário, foi de R$ 27,17 /sc. No mesmo período do ano passado o preço era de R$ 19,95/sc, aumento de 13,04%. Por fim, a relação de troca frete/milho vem crescendo no estado e a rota de Sorriso para Santos em jun.22 teve uma relação de 39,03%, 11,07 p.p. acima do observado mesmo período do ano passado.

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Atualizada dia 14 jun 2022

CUIABÁ - Até a sexta-feira (10/06), Mato Grosso colheu 16,22% da área estimada para a safra 21/22 de milho, avanço de 10,24 p.p. ante a semana passada e um adiantamento de 14,29 p.p. se comparado com o mesmo período da safra anterior. A região médio-norte lidera a colheita com 17,95%, seguida da noroeste, com 16,75%, e a sudeste, com 16,61%.
Assim, o ritmo adiantado dos trabalhos é influenciado pela antecipação da semeadura e colheita da soja em algumas regiões, que veio a beneficiar o adiantamento do plantio do milho em relação às safras anteriores. Cabe destacar que, por ora, as precipitações observadas em alguns municípios produtores não vieram a prejudicar o avanço da colheita e a qualidade do milho.
Apesar dos cenários positivos de produtividade nas áreas já colhidas, algumas regiões, como a centro-sul e a oeste, tiveram parte das áreas semeadas fora da janela ideal e estresse hídrico nos meses de abril e maio, que pode vir a impactar na produtividade das lavouras conforme o avanço da colheita.
ACRÉSCIMO: As cotações do milho na bolsa brasileira (B3) tiverem alta de 0,83% e ficou cotado a R$ 88,57/sc no comparativo semanal.
ALTA: Com perspectivas de redução na área plantada de milho nos Estados Unidos, segundo o USDA, as cotações do cereal na CME Group ficaram em US$ 7,62/bu na última semana.
INCREMENTO: Com o aumento da inflação americana, o mercado especula acréscimo na taxa de juros. Desse modo, o dólar apresentou alta de 2,43% na última semana.
Comercialização da safra 2021/22 de milho em Mato Grosso segue a passos curtos em maio. Segundo o Imea, as vendas da safra 2021/22 atingiram 61,01% da produção esperada, avanço de 3,14 p.p. em relação ao relatório anterior, entretanto, 10,97 p.p. abaixo do observado nas últimas cinco safras.
As regiões que mais apresentam atraso são a sudeste, noroeste e centro-sul, com 56,96%, 57,21% e 59,75%, respectivamente. O cenário é resultado das incertezas quanto à produtividade do cereal em função do estresse hídrico que as regiões produtoras do estado enfrentaram nos meses de abril e maio.
Outro fator são as incertezas por parte dos produtores em comercializar grandes volumes antecipadamente, dado que na safra anterior os preços apresentaram valorização significativa no segundo semestre. Em relação ao preço médio comercializado, ficou em R$ 69,66/sc no estado, queda mensal de 3,98%. Esse movimento foi pautado pela entrada da oferta de milho no mercado com o avanço da colheita.

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CUIABÁ – Na primeira semana de junho, as cotações do milho na bolsa de Chicago (contrato corrente) exibiram queda, encerrando o período com uma média de US$ 7,43/bushel.
milho bAssim, o cenário na CME Group responde à pressão de maior oferta do milho no mercado com o avanço da colheita na América do Sul. Outro fator baixista foi a expectativa do governo russo em permitir o escoamento de grãos ucranianos pelos portos do país via Mar Negro na última semana, o que agitou o mercado com a possibilidade de maior oferta do cereal.
Desse modo, com as quedas nas cotações da bolsa norte-americana e o avanço da colheita em Mato Grosso, que se encontra em 5,98% (03/06) na área estimada, o preço do milho disponível no estado terminou a última semana com recuo de 4,11%, ficando cotado a uma média de R$ 66,91/sc.
Assim, com o movimento de queda na bolsa de Chicago e a entrada de oferta de milho no mercado mato-grossense, os preços no estado podem continuar sendo pressionados no disponível.

RECUO: Devido ao avanço da colheita do milho de segunda safra no país, a cotação do cereal na bolsa brasileira (B3) apresentou recuo de 3,56% se comparado com a semana passada.

RITMO AVANÇADO: Até a última sexta-feira, a colheita do milho no estado atingiu 5,98% da área estimada para essa safra.
Porém, no Médio Araguaia, a colheita está só começando em Água Boa, Canarana, Nova Xavantina, Ribeirão Cascalheira e Cocalinho. (IMEA/Inácio Roberto)

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