Água Boa - MT (99,7 FM)

Interativa Playlist Interativa Playlist
Interativa Playlist

Ouça Agora!

(66) 99652-7007

Querência - MT (97,9 FM)

- Interativa Playlist
-

Ouça Agora!

(66) 98438-0051

Ribeirão Cascalheira - MT (103,1 FM)



Agronegócio

Soja Boletim Semanal IMEA

Atualizada dia 02 ago 22

CUIABÁ - 
A cotação do farelo de soja em Mato Grosso apresentou incremento de 1,66% ante a semana passada e 10,32% em relação ao mesmo período do ano passado, com média semanal de R$ 2.450,00/t. O aumento esteve pautado pela valorização do produto em Chicago, que apresentou alta de 9,26% comparado à semana passada. Além disso, a liberação da importação de farelo para a China foi outro fator altista no mesmo período.
Para o óleo de soja, o preço do subproduto apresentou queda de 1,27% ante a semana anterior, ficando precificado na média de R$ 6.800,00/t no estado. O principal motivo da desvalorização são os fundamentos do quadro de oferta e demanda (maior produção do óleo vegetal mundial e menor consumo da China) que continuam impactando o valor do produto. Por fim, apesar da constante desvalorização no preço do óleo de soja, o indicador ainda é 8,80% maior que o do mesmo período do ano passado.
SOJA MT: o preço da saca de soja disponível em Mato Grosso houve um acréscimo de 1,44% no comparativo semanal, acompanhando o mercado internacional.
CHICAGO EM ALTA: a cotação da saca de soja americana valorizou-se na CME-Group de 7,62%, ante a semana anterior, pautada pelas condições climáticas nos EUA.
PRÊMIO SOBE: o prêmio de Santos contou com um avanço de 36,17% quando comparado com a semana passada, a fim de aumentar os incentivos ao escoamento do grão.
O Imea manteve a projeção da safra de soja para a temporada 22/23 em Mato Grosso.
A área no estado permaneceu prevista em 11,81 milhões de ha, aumento de 2,92% ante a safra 21/22. o que tange aos rendimentos, as projeções continuam limitadas e, por isso, a estimativa foi mantida em 58,58 sc/ha para a safra 22/23, indicando um recuo inicial de 1,26% em relação aos rendimentos da safra 21/22. Daqui em diante, os olhares se intensificam em relação ao clima, visto que restam menos de 45 dias para o fim do vazio sanitário da soja em MT.
Para o mês de setembro, a média dos modelos climáticos do NOAA aponta chuvas dentro das médias históricas para o mês. O maior volume de precipitações está previsto para outubro, período que quase todo o estado
poderá receber chuvas acima da média histórica.
Por outro lado, espera-se que até o final do ano o fenômeno La Niña prevaleça em MT, o que pode gerar uma série de mudanças nos padrões climáticos, como atrasos nas precipitações no início da primavera em MT, desse modo postergando a semeadura da soja.

======================== 
Atualizada dia 26 jul 22

CUIABA - O preço da soja para o contrato corrente na CME-Group ficou cotado na média de US$ 14,55/bushel na última semana, queda de 7,89% ante a semana passada. O cenário de incerteza no mercado financeiro mundial (recessão econômica) continua influenciando os preços da oleaginosa.
Além disso, mesmo com a China voltando a comprar um volume relevante na semana passada, o apetite do país asiático é inferior em relação ao mesmo período dos últimos anos e com a ampliação de novos casos da Covid-19 no país, a pressão sobre os preços em Chicago se intensificou. Por fim, para a próxima semana alguns fatores poderão refletir no valor da soja na CME-Group, como a perspectiva de chuvas nos EUA nos próximos dias e o acordo assinado entre a Ucrânia e a Rússia, que projeta um corredor de exportação no Mar Negro, o que possibilitará o escoamento dos grãos ucranianos retidos desde o início da guerra.
PARIDADE CAI: a paridade de exportação para março/23 teve uma desvalorização de 0,84% ante a semana passada, devido a queda no preço da soja em Chicago e no prêmio.
CEPEA EM BAIXA: acompanhando o mercado internacional, o preço da oleaginosa brasileira desvalorizou 2,20% no comparativo semanal, cotado na média em R$ 188,06/sc.
QUEDA DO PRÊMIO: com a menor fluxo nos portos, atrelada à desvalorização do mercado, o prêmio apontou recuo de 15,06% ante a semana anterior.
Com mais de 60% das áreas em estádio de florescimento na safra 22/23 nos EUA, o clima continua sendo um fator de atenção no país.
De acordo com os dados divulgados pelo USDA, até o último domingo (24/07) 59% das lavouras apresentam condições boas ou excelentes nesta temporada, recuo de 2 p.p. no comparativo semanal. A safra no país têm sofrido com a má distribuição de chuvas e com diversas ondas de calor, resultando em consequentes cortes na qualidade das lavouras desde as primeiras divulgações do Departamento. Por outro lado, o percentual de áreas em condições boas ou excelentes está 1 p.p. acima do observado no mesmo período da safra passada.
Para os próximos dias, as estimativas do NOAA apontam volumes de chuvas significativas, principalmente para o meio-oeste (uma das principais regiões produtoras) do país, o que pode favorecer o desenvolvimento da safra. Por fim, o mercado segue atento ao desdobramento da safra norte-americana, devido à preocupação quanto à produção aguardada para o país.

======================
Atualizada 19 jul 22

CUIABÁ - Em junho, o custo operacional efetivo (COE) da soja para a safra 22/23 em MT valorizou 53,46% ante a safra passada, previsto em R$ 6.249,39/ha. A maior parcela do aumento está no custeio, que houve acréscimo de R$ 1.958,16/ha em relação à safra 21/22, reflexo das altas no fertilizantes e corretivos (113,01%), semente de soja (68,99%) e defensivos (25,03%) observadas neste ano em relação ao ano passado.
Mesmo com os altos custos dos insumos, as importações dos fertilizantes em 2022 já registram recorde para o período, o que aliviou as preocupações quanto a disponibilidade do produto na safra. Além disso, vale destacar que nesta safra foi observada uma maior compra de insumos à vista, principalmente pelos grandes produtores, devido ao maior poder aquisitivo. Por fim, o ponto de equilíbrio da safra avançou 55,42% em relação à safra 21/22, e para que o produtor cubra o COE é necessário que venda a sua soja na média de R$ 106,68/sc.
ALTA EM MT: depois de duas semanas consecutivas em queda, o preço da saca da soja disponível exibiu acréscimo 0,39% no comparativo semanal em Mato Grosso.
CHICAGO DESVALORIZA: após instabilidades no mercado internacional, o preço da oleaginosa norte-americana teve uma queda de -0,92% ante a semana passada.
DÓLAR EM ALTA: seguindo em elevação devido ao aumento nas taxas de juros nos EUA, o dólar apresentou avanço de 0,74% em relação à última semana.
A segunda estimativa de oferta e demanda de soja em MT trouxe ajustes para a safra 21/22 e a primeira perspectiva para a safra 22/23.
A projeção para a safra 21/22 aponta um incremento de 4,20% na oferta aguardada para o estado ante a estimativa de abr.22, agora em 41,27 milhões de toneladas. Em relação à demanda, as exportações de MT apresentaram mais uma ampliação nesta expectativa, alta de 0,37% ante a divulgação de abr. 22, estimada em 24,35 milhões de t. Para a safra 22/23, é esperada uma ampliação na oferta de soja em 2,97% ante a safra anterior, projetada em 42,49 milhões de toneladas.
Pelo lado da demanda, estima-se que as exportações aumentem 2,46% em relação à safra 21/22, enviando ao exterior 25,78 milhões de t, pautado pela expectativa de alta no consumo mundial. No cenário nacional, a previsão é de que o consumo interestadual continue alto para esta safra (5,00 milhões de t), uma vez que, por ora, as previsões climáticas no sul do país trazem um ponto de atenção para a oferta da próxima safra. Por fim, os estoques finais ficaram previstos em 0,51 milhão de t. Relatório completo aqui.

==================== 
Atualizada dia 12 jul 22

CUIABÁ - O cenário de falta de espaço nos armazéns de MT continua influenciando na comercialização da soja no estado. Desse modo, as vendas da safra 21/22 no mês de jun.22 avançaram 3,41 p.p. ante a mai.22, negociando 82,08% da produção. A evolução nas negociações só não foi maior devido ao recuo de 1,09% no preço médio da oleaginosa em jun-22, precificado em R$ 164,49/sc no estado, pautado pela desvalorização da soja em Chicago.
Para a safra 22/23, a comercialização praticamente não avançou no mês de jun-22, ampliação mensal de apenas 0,98 p.p., chegando a 25,35% da produção negociada. Os altos patamares dos fertilizantes (relação de troca desfavorável) e as incertezas quanto à produção ainda limitam o avanço das negociações, que apresentam atraso de 9,23 p.p. ante a safra passada. No entanto, com o avanço do dólar no mês de junho, o preço médio da soja em MT valorizou 1,07% no comparativo mensal, alcançando a média de R$ 153,51/sc.
SOJA CAIU: com o recuo da soja em Chicago e a menor demanda no período, o preço médio da saca disponível no estado desvalorizou 2,60% ante a semana passada.
CEPEA EM QUEDA: acompanhando o mercado internacional que operou em queda, a saca brasileira de soja apresentou decréscimo de 1,75% no preço no comparativo semanal.
PARIDADE BAIXA: apesar do dólar apresentando alta, a queda em Chicago influenciou na paridade de exportação para mar.23, com recuo de 5,83% ante a semana anterior.
As exportações de soja em MT atingiram recorde no 1º semestre de 2022, segundo os dados da Secex. Os envios de soja chegaram ao acumulado de 20,12 milhões de t no 1º semestre, incremento de 0,72% ante o mesmo período do ano passado. O maior volume exportado está atrelado ao recorde na produção do estado e à quebra da safra sul-americana. Entre os principais compradores da oleaginosa, destaque para a China, que, apesar do menor apetite observado nos últimos meses devido à política de zero Covid-19, o acumulado dos envios avançou 11,03% no comparativo anual.
Além disso, a representatividade da China aumentou 9,85 p.p. no 1° semestre de 2022 em relação ao mesmo período do ano passado, participando em 2022 com 57,64% das compras da soja de MT. Por fim, é historicamente observada uma redução nos envios no 2º semestre devido à menor oferta do grão, no entanto, com o atraso na venda da soja neste ano e com o dólar apresentando trajetória de valorização, as exportações para os próximos seis meses poderão apresentar novo recorde para o período.

===================== 
Atualizada dia 05 jul 22

CUIABÁ - Na última quinta-feira (30/06), o USDA divulgou a estimativa de área plantada nos Estados Unidos. A nova projeção apontou um recuo na área de 2,91% ante o relatório de mar.22, ficando prevista em 35,74 milhões de hectares. A estimativa inicial (mar.22) apontava uma área de soja maior que a projetada para o milho (36,81 milhões de hectares).
No entanto, a grande evolução no final da semeadura do cereal e o avanço do consumo mundial, estimularam o produtor a cultivar mais o milho em vez de soja. Mesmo com o corte na projeção, a área estimada pelo Departamento é 1,28% maior que a observada no ano passado (de 35,29 milhões ha). Por fim, o USDA revisará os dados de alguns estados nos próximos meses devido ao atraso na semeadura da soja e, caso confirme o volume de área, espera-se uma menor produção para o país, o que poderá beneficiar a demanda de outros países, como o Brasil.
SOJA EM MT: com uma menor demanda para o período, o preço da saca de soja disponível em Mato Grosso apontou queda de 0,72% no comparativo semanal.
CÂMBIO CRESCE: houve uma valorização de 0,96% na cotação do dólar ante a semana passada, influenciada pela aversão ao risco diante da inflação mundial.
MT-CME: com a queda nos preços da oleaginosa no estado, o diferencial de base da saca americana apresentou aumento de 15,60% ante a semana passada.
Segundo o Imea, o Valor Bruto de Produção (VBP) da soja representou 49,23% da participação agropecuária de Mato Grosso.
A terceira estimativa de 2022 do VBP da oleaginosa exibiu incremento de 1,22% ante a projeção passada e 53,24% em relação a 2021, ficando projetada em R$ 101,33 bilhões no estado. Esse cenário de alta esteve pautado pelo aumento de 13,32% da produção em relação à safra passada e pelo preço médio da comercialização da safra, que apontou valorização de 35,23% em relação ao observado no ano passado.
Por outro lado, a participação da soja em relação à agropecuária do estado reduziu 21,05 p.p. ante o ano passado, devido ao incremento do VBP das outras culturas, principalmente o milho, que apresentou alta de 69,95% no comparativo anual. Por fim, ainda restam mais de 20,00% da produção da safra 21/22 para ser negociada e a volatilidade dos preços médios de comercialização poderá refletir na consolidação do VBP no estado. Clique aqui para acessar a análise completa.

===================== 

Atualizada 28 jun 2022

CUIABÁ - Na última semana, o contrato corrente de soja na CME-Group apontou queda de 3,98% no comparativo semanal e alcançou a média de US$ 16,34/bu. Somado a isso, o contrato de mar–23 desvalorizou 4,49% ante a semana passada, cotado na média de US$ 14,55/bu. Os principais fatores dessa queda são a aversão ao risco no mercado financeiro (especulação de recessão da economia global), a política de zero Covid-19 na China (com incerteza quanto ao consumo do país) e as condições favoráveis da safra americana.
Com o “derretimento” das cotações em Chicago, o preço da soja disponível em MT recuou 2,36% no comparativo semanal e, na paridade de exportação (mar–23), a desvalorização chegou a 3,71% no comparativo semanal. Por fim, o recuo nas cotações da soja no estado só não foi maior devido ao dólar, que valorizou 1,65% e 1,56% no comparativo semanal para o contrato corrente e para mar–23, respectivamente.
PRÊMIO VALORIZA: o maior fluxo nos portos aumentou o Prêmio Santos, valorização de 4,52% ante a semana passada, fechou na média de US$ 1,10/bu.
DÓLAR CRESCE: o dólar na última semana apresentou valorização de 1,46% no comparativo semanal, pautada ainda pelo aumento da taxa de juros nos EUA.
CHICAGO EM ALTA: com o aumento nas cotações do farelo em Chicago, o preço em Mato Grosso valorizou 4,00% em relação à semana passada.
Segundo os dados do USDA, a semeadura da soja para a safra 22/23 nos EUA, alcançou 98,00% das áreas finalizadas até o último domingo (26/06). 
Do total cultivado até o momento no país, 91,00% das áreas já estão emergidas e, 65,00% delas apresentam condições boas ou excelentes. Em relação aos principais estados produtores, o Iowa e Illinois estão praticamente com os trabalhos a campo finalizados e as lavouras estão apresentando 80,00% e 66,00% em condições boas e excelentes, respectivamente. Mesmo com o grande percentual de áreas em condições favoráveis até o momento, o principal termômetro da safra é o clima, que ainda segue em aperto no país.
Para os próximos sete dias, são aguardados de 35 a 15 mm de precipitações na maioria das regiões produtoras, no entanto, as atenções continuam no meio-oeste do país visto a necessidade de precipitações no curto prazo. Por fim, caso o clima colabore nos EUA é aguardada uma produção recorde de 120,70 milhões de t, o que poderá gerar uma maior disponibilidade da oleaginosa no cenário mundial

======================== 
Atualizada dia 21 jun 2022

Em mai.22, o esmagamento de soja em MT alcançou o recorde da série história para o mês. Os dados divulgados pelo Instituto apontaram um incremento de 7,26% ante o mês de abr.22 e 2,46% ante o mesmo período do ano passado, chegando a 992,42 mil t esmagadas. A elevação esteve estimulada pelos altos patamares de preços do farelo e óleo de soja, que “inflam” as margens das esmagadoras no estado.
Para se ter uma ideia, a margem bruta foi ampliada em 74,68% em relação ao mesmo período do ano passado e fechou na média mensal de R$ 616,27/t. No entanto, nas últimas semanas foi observada uma queda no preço do farelo de soja, o que pode influenciar na margem de junho.
Por fim, a tendência é que o processamento no estado continue aquecido, devido à maior demanda por subproduto, produção recorde de soja e ampliação de 504,60 mil t na capacidade das esmagadoras de soja neste ano em MT.
SOJA SUBIU: o preço da saca de soja disponível em Mato Grosso apontou acréscimo de 0,85% no comparativo semanal, reflexo da valorização da moeda norte-americana.
DÓLAR AUMENTA: com aumento nas taxas de juros nos Estados Unidos, o dólar corrente teve um aumento de 4,18% com relação à semana passada.
CEPEA EM ALTA: o dólar continua sendo o principal indicador para o movimento dos preços no Brasil e a saca nacional apontou alta de 1,68% ante a semana passada.
Na última terça-feira (14/06), a Secex divulgou as exportações do complexo soja para o mês de maio. As exportações da soja mato-grossense alcançaram 3,75 milhões de t, recuo de 3,22% ante o mês de abril e 16,56% em relação a mai.21. O menor envio esteve atrelado à diminuição do apetite da China (principal compradora de soja), que reduziu suas compras em 4,16% ante a abril e 10,20% em relação a mai.21, devido às restrições (lockdown) que ainda estão em algumas localidades do país. Na contra mão disso, o farelo e o óleo de soja apresentaram incrementos de 39,07% e 107,49% em relação ao observado no mesmo período do ano passado, enviando ao exterior 729,43 mil t e 69,76 mil t em maio, respectivamente.
A demanda pelos subprodutos de soja segue aquecida no mercado internacional. Para se ter ideia, o volume escoado de farelo no acumulado (jan-mai) é o maior dos últimos dezesseis anos para o período. Por fim, o mercado segue de olho nos acontecimentos na China, visto as incertezas quanto a Covid-19 que continuam influenciando no ritmo de compras do país

===================== 
Publicado em 14 jun 2022

CUIABÁ - A necessidade de abrir espaço nos armazéns motivou os produtores com menor investimento a avançarem nas negociações de soja em maio. Além disso, a maior demanda observada no mês foi outro motivo da ampliação das vendas. soja tr
Desse modo, a comercialização da safra 21/22 aumentou 5,30 p.p. ante o mês de maio, atingindo 78,67% da produção. Em relação ao preço médio da saca, o estado fechou em R$ 166,31/sc no período. Para a safra 22/23, a negociação avançou apenas 1,84 p.p. comparada ao mês de maio, alcançando 24,37% da produção comprometida.
As incertezas quanto à produção da safra futura e os altos patamares dos insumos têm limitado a venda de soja, que já apresenta um atraso de 8,14 p.p. ante a safra passada. No que tange ao preço, o valor da oleaginosa em MT apresentou leve queda de 0,67% ante o mês de abril, chegando a uma média de R$ 151,88/sc, devido a queda do dólar.
SOJA EM MT: seguindo impulsionada pelo mercado internacional, a saca da soja disponível em MT apontou alta de 2,23% no comparativo semanal.
CME-GROUP: a demanda forte pela soja dos EUA sustentou o movimento de alta em Chicago, que registrou avanço de 1,75% em relação à semana passada.
PRÊMIO EM QUEDA: com menor demanda pelo grão brasileiro na última semana, os prêmios no porto de Santos apontaram queda de 13,51% ante a semana anterior.
A divulgação do USDA do quadro de oferta e demanda mundial de soja trouxe grandes mudanças para a safra 21/22. O relatório de junho apontou um incremento de 0,75% na produção mundial, ficando estimada em 351,99 milhões de toneladas. Em relação ao consumo global, a estimativa ficou projetada em 364,65 milhões de t, alta de 1,72 milhão de t em junho.
Entre os países, destaque para o aumento no esmagamento do Brasil em 1,00 milhão de t (+2,11%), ficando estimada em 48,50 milhões t, pautado pelo mercado aquecido dos subprodutos da oleaginosa. Além disso, nos EUA, o estoque final apresentou corte de 1,01 milhão de ton (-12,68%) na safra 21/22, pautado pela demanda aquecida, principalmente nas exportações do país, que já estão acima do esperado.  
Por fim, era aguardado pelo mercado um aumento no consumo da China, devido à constante ampliação nas compras de soja, mas a projeção permanece inalterada em relação ao mês passado e menor que o observado na safra passada. (* IMEA)

Veja mais notícias: