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Agronegócio

Há mais de dois anos, a partir do início da pandemia do novo coronavírus, o agronegócio brasileiro e mundial vem passando por uma forte pressão relacionada à escalada de preços de matérias-primas, deficiência energética em importantes países produtores, alta nos custos dos fretes marítimos, sendo estes apenas alguns dos fatores. Como último capítulo deste cenário global, a guerra da Rússia com a Ucrânia tem impactado a importação nacional de produtos essenciais para as lavouras, como os fertilizantes.

Rússia, China, Índia, Belarus, Marrocos, Estados Unidos e Canadá são os países responsáveis por mais de 80% da produção global de fertilizantes e abastecimento desse complexo de insumos para o Brasil. No primeiro trimestre de 2022, o país importou em torno de 7,62 milhões de toneladas das principais matérias-primas. Considerando os números previstos no line up do mês de abril, presume-se que o volume atinja 10,6 mi/ton, o que representa aproximadamente 27% do montante do ano anterior, que chegou a quase 40 mi/ton importadas.

Diante das incertezas que o cenário de produção e consumo mundial está vivendo, a recomendação dos especialistas para as empresas e produtores brasileiros é a de não esperar para garantir seus insumos. Para Julio Zavala, diretor no Brasil da AgriAcordo, plataforma que facilita a comercialização do mercado atacadista de insumos agrícolas, a demanda está aquecida mas, por outro lado, há muita especulação. “Ninguém sabe o que vai acontecer nos próximos meses, há muita volatilidade de preços, então o ideal é assegurar as compras agora”, pontua. 

Com a vantagem de trazer informações reais de preços e disponibilidade dos produtos mais importantes neste momento, a plataforma da AgriAcordo é a única no país a digitalizar as relações comerciais conectando as empresas atacadistas de agroinsumos, as revendas e distribuidores. Outro ponto importante, que vem ajudando as mais de 250 empresas cadastradas na ferramenta, é que tanto a compra, como a venda de insumos, pode ser feita entre todas as regiões do Brasil. “Nesse sentido, a AgriAcordo vale muito a pena, pois as empresas podem transacionar negócios mesmo não sendo da mesma região”, explica Julio.

Histórico de preços

A AgriAcordo se prepara para lançar, na segunda quinzena de maio, uma novidade para as empresas que fazem negócios mensais na plataforma. O histórico de preços desde o início das operações da ferramenta, de todos os produtos que são ofertados e comprados dentro dela, estarão disponíveis para análises. Este volume de dados é muito importante para que possam negociar com informações reais e não especulativas, como é comum no mercado de insumos.

As evoluções de preços são geradas mediante o registro mensal de cotações realizadas pelos usuários cadastrados na AgriAcordo. Nos gráficos que eles terão acesso, cada ponto que se vê representa um valor de cotação. Por sua vez, as linhas verdes mostram a média das cotações realizadas em cada mês.

“Vamos abrir gratuitamente para todas as empresas que se cadastrarem no mês de maio, com acesso aos dados de forma gratuita durante um mês, além das empresas que já estão cadastradas e negociam conosco. São históricos de mais de 100 produtos desde que iniciamos no Brasil no ano passado. Isso vai contribuir com a comercialização nesse momento de tantas incertezas, e dá maior clareza com relação aos preços praticados, porque temos as ofertas, demandas, cotações, tudo que foi apresentado, colocado, de forma real, ao longo desse tempo em que a crise já estava acontecendo”, detalhou o executivo.

Sobre – Com operações iniciadas em junho de 2021 no Brasil, a AgriAcordo é a primeira plataforma online a permitir a comercialização de insumos agropecuários somente entre empresas bem avaliadas do setor. A startup é subsidiária brasileira da argentina AgriRed, marketplace que é gerido pelo grupo americano Ag inputs Trading. (Ascom)

Atualizada dia 02 maio 2022

chapa 02CAMPINÁPOLIS – Aconteceu sábado (30/04) assembleia geral da Campileite.
Na ocasião, os associados aprovaram várias pautas apresentadas pela diretoria.
Pela primeira vez, houve disputa de duas chapas para a eleição do Conselho Fiscal.
A vitória foi da Chapa 2: 147 votos contra 127 da Chapa 01.
Integrantes do Conselho Fsical eleitos:

MARCO ANTONIO MALBURG
FERNANDO ROQUE DOS SANTOS 
BENEDITO ALVES DE ARAUJO

MEMBROS SUPLENTES
YURI MARINHO BARBOSA SILVA
ADELIPE JOAQUIM CUSTODIO
ALEX BATISTA DE FARIAS -



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Atualizada dia 28 abr 2022

chapas campileiteCAMPINÁPOLIS - Confira a nominata das chapas que concorrem ao Conselho Fiscal da Campileite - Cooperativa de Produtores de Leite de Campinápolis.
A Assembleia de escolha será neste sábado, 30/04, a partir das 12hs no Salão Paroquial Católico da cidade.
Confira as duas chapas.


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jeovan fariaCAMPINÁPOLIS – A Cooperativa de Leite de Campinápolis promoverá assembleia geral neste sábado, 30 de abril, a partir das 12h, no Salão Paroquial Católico da cidade.
O presidente da Campileite, Jeoavan Faria, informa que pela primeira vez em 22 anos, haverá duas chapas para concorrer ao quadro do Conselho Fiscal.
Faria conclamou a participação de todos os associados para o fortalecimento da cooperativa.
A entrevista com Jeovan Faria vai ao ar às 12h 30min de hoje na Rádio Interativa.

NOVA XAVANTINA - Nos dias 27 e 28 de abril, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizou auditoria no Programa Mais Leite Saudável, do qual faz parte a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT).

A auditoria ocorreu no Laticínio Cajes e em duas propriedades rurais atendidas pela ATeG no município de Nova Xavantina. Ao final, o parecer foi favorável: “execução em conformidade com o projeto”. Essa foi a primeira auditoria após a suspensão das atividades devido as restrições sanitárias da pandemia.

Por meio do Programa Mais Leite Saudável, a ATeG do Senar-MT atende 60 propriedades rurais da cadeia produtiva de bovinocultura de leite, nos municípios de Nova Xavantina e Confresa.

Nas auditorias, são feitas a verificação dos documentos referentes a gestão do projeto. Além disso, também são apresentados os indicadores das propriedades assistidas e feita a conferência de relatórios das visitas técnicas.

De acordo com o coordenador da ATeG do Senar-MT, Armando Urenha, essa é mais uma vitória para a assistência técnica. “Consiste em um reconhecimento quanto à qualidade dos nossos serviços e quanto aos benefícios adquiridos pelas propriedades atendidas”, explica.

Programa Federal – O Programa Mais Leite Saudável é do Mapa e, segundo dados do Governo Federal, permite que agroindústrias, laticínios e cooperativas de leite utilizem créditos presumidos do PIS/Pasep e da Cofins, da compra do leite in natura utilizado como insumo de seus produtos lácteos, em até 50% do valor a que tem direito.

O laticínio ou cooperativa deverá, como contrapartida, executar um projeto que promova o desenvolvimento de seus produtores de leite. No caso do laticínio auditado neste mês, é ofertado aos produtores a assistência técnica. (Ascom/Senar)

xavantes interna O cultivo do algodão agroflorestal em aldeias indígenas Xavantes da região Leste do Estado está florido e tem previsão de colheita para o mês de junho. Desenvolvido por meio do Projeto Agrocotton, entre a Empresa Farfarm e a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistênica e Extensão Rural (Empaer), a iniciativa busca agregar o reflorestamento, renda e qualidade de vida a essas comunidades.

O projeto conta com recurso do fundo inglês UK Pact, junto com pesquisadores da Universidade inglesa Imperial College e Universidade de Brasília (UNB).

Iniciado em setembro do ano passado, os trabalhos estão sendo desenvolvidos pela equipe da Empaer dos Escritórios Regionais de Barra do Garças, em sete aldeias e comunidades tradicionais. A meta é colher até 200 quilos de algodão agroflorestais por hectare, sendo 20 hectares o total da iniciativa. Toda produção já está vendida ao mercado têxtil de matérias-primas genuinamente ecológicas que apoiam pequenos produtores que geram baixo impacto socioambiental.

Exemplo disso é a Aldeia Nova Aliança, localizada na cidade de Nova Nazaré (a 269 km de Cuiabá). A cacique Laurentina Tsinhotse’ewaptã Abho’odi destaca que o projeto trouxe novas perspectivas à comunidade. "Estou muito contente em ver minha aldeia unida e trabalhando junto. Esse projeto chegou em uma boa hora e o dinheiro será muito bem-vindo, além de ajudar nas despesas, o excedente irá para as comunidades vizinhas”.

O filho da cacique, Gentil França Tsibro’owe Tseredze, também enalteceu a iniciativa e o acompanhamento da Empaer. “Sem a orientação técnica não estaríamos tão ansiosos para colher o algodão que está todo florido e será um momento de muita alegria para todos nós”.

O técnico da Empaer Rafael Renan dos Santos explica que todo trabalho está sendo desenvolvido também em parcerias com as prefeituras municipais que agregam com ajuda de custeio em combustível, uso de máquinas e ferramentas. Ele ressalta que os trabalhos foram em áreas degradadas com manejo e adubação do solo, com sementes orgânicas, sendo 170 mudas para cada meio hectare. “Os indígenas receberam treinamento sobre agrofloresta e algodão. Auxiliamos também o plantio de milho, feijão, girassol, melancia e abóbora para subsistência O projeto consiste em um sistema focado na produção de algodão agroflorestal, apoiado por outras espécies secundárias de valor ecológico e econômico”.

Ele explica que na Aldeia Nova Aliança são 35 pessoas entre adultos e crianças de uma mesma família. Depois de colhido e enfardado, o algodão irá seguir para Canarana onde será descaroçado. “Não terá beneficiamento, mas o produto será entregue aos compradores sem o caroço”.

Segundo o técnico, esse trabalho é da Farfarm que é uma empresa brasileira especializada em projetos de gestão e logística regenerativos. “A empresa já intermediou os contratos de compra e venda das plumas produzidos pelos indígenas e vendidos a empresas de moda”. Rafael conclui que o projeto Agrocotton tem como foco diminuir os impactos ambientais da cadeia do algodão, aumentar a biodiversidade, reflorestar áreas degradadas e gerar segurança alimentar e renda aos Xavantes envolvidos.

Os municípios contemplados no projeto, 12 são do Escritório Regional de Barra do Garças são eles: Ponte Branca, Ribeirãozinho, Torixoréu, General Carneiro, Barra do Garças, Pontal do Araguaia, Água Boa, Cocalinho, Nova Xavantina, Campinápolis, Gaúcha do Norte, Nova Nazaré, além de Paranatinga que pertence ao Escritório Regional de Rondonópolis.
FOTO: Empaer-MT
FONTE: Empaer-MT - Ascom

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