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Agronegócio

Produtores e profissionais da área agrícola podem se inscrever no curso gratuito de Manejo de Solo que acaba de ser lançado pela Aegro. As aulas são totalmente online e, para garantir uma vaga, basta se cadastrar pelo site: https://conhecimento.aegro.com.br/curso-manejo-solo.

O curso aborda desde os fundamentos e efeitos dos sistemas de manejo de solo à rotação de culturas e aspectos da integração lavoura-pecuária. O objetivo é que o participante revise seus conhecimentos e acesse novas informações que vão contribuir para a melhor qualidade do solo da sua fazenda, o que impacta diretamente em sua produtividade.

As aulas são dinâmicas, com linguagem acessível e podem ser assistidas no ritmo do aluno. Ao final do programa, que tem cerca de uma hora de duração, um certificado atestando os conhecimentos é emitido também sem custos.

“O curso é uma oportunidade para que os produtores aprofundem seus conhecimentos sobre os fundamentos do manejo de solo pensando em evitar a degradação e garantir uma melhoria dos aspectos físicos, químicos e biológicos do solo da sua fazenda. Eles também terão a oportunidade de compreender os benefícios de um manejo adequado para ter mais facilidade no controle de doenças, pragas e plantas daninhas”, explica Rafael Barok, engenheiro-agrônomo e um dos responsáveis pela área de cursos da Aegro.

Os módulos finais do programa abordam o planejamento das culturas de rotação, como escolher as melhores espécies e contornar as principais dificuldades na implantação dessa adubação verde. Há ainda uma parte específica sobre os impactos da integração lavoura-pecuária nas características do solo e adubação de sistemas.

Serviço:

Curso online Manejo de Solo

Investimento: Gratuito

Inscrições pelo site: https://conhecimento.aegro.com.br/curso-manejo-solo (Ascom)

cavalosA oferta de uma base sólida de vitaminas, minerais e aminoácidos é importante para garantir o desenvolvimento saudável dos equinos, desde o seu nascimento. Por meio de suplementação, esses recursos podem ser oferecidos ao potro logo após a ingestão do colostro – leite produzido pela fêmea depois do parto –, o que acontece em um período médio de 6 horas seguidas ao nascimento.

"É essencial começar a nutrir os animais de forma correta o mais cedo possível", destaca Antônio Coutinho, gerente de produtos para equinos da Vetoquinol Saúde Animal, uma das 10 maiores indústrias veterinárias do mundo. "A suplementação é essencial para garantir o desenvolvimento ideal até o desmame, sendo um importante suporte durante o período de lactação."

Com base nessa necessidade, a Vetoquinol trouxe ao Brasil Ipaligo Foal®, que passa a integrar a linha Equistro®. Trata-se de um suplemento mineral, vitamínico e aminoácido com composição exclusiva, que ainda oferece facilidade no manejo e administração do produto.

"A tecnologia presente em Ipaligo Foal® garante potros saudáveis desde o nascimento até o desmame, proporcionando resultados diretos em termos de desenvolvimento ósseo e muscular, auxiliando na formação de células sanguíneas. O produto também atua diretamente no aumento do sistema imunológico dos animais", adiciona Antônio Coutinho.

A solução ainda tem um diferencial: a tecnologia Ipaligo®. "Os microminerais Ipaligo® têm formulação única de aminoácidos associados, desenvolvidos pela Vetoquinol, e são melhor aproveitados pelo animal em comparação a minerais na forma inorgânica. Isso significa resultados mais rápidos, melhor performance e saúde animal", complementa o especialista.

Sobre a Vetoquinol – Entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Grupo independente, projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos, destinados à produção animal (bovinos e suínos), a animais de companhia (cães e gatos) e a equinos. Desde sua fundação, em 1933, a Vetoquinol combina inovação com diversificação geográfica. O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de produtos associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a Clarion Biociências, ocorrida em Abril/2019. A Vetoquinol gera 2.372 empregos e está listada na Euronext Paris desde 2006 (símbolo: VETO). A Vetoquinol conta com SAC formado por profissionais da área veterinária para auxílio aos clientes. A ligação é gratuita - 0800 741 1005. Site: www.vetoquinol.com.br (Ascom)

CUIABÁ - O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) prorrogou até a próxima a terça-feira (15.06) o período de comunicação da vacinação contra febre aftosa para os produtores rurais. O prazo anterior se encerrou nessa quinta-feira (10.06).

“Mato Grosso é considerado referência nacional, quando falamos de vacinação contra a febre aftosa, o que é de extrema importância para a saúde desses animais e também para a economia do Estado. Com isso, produtos rurais tem o seu mercado valorizado e o país continua sendo referência de exportação de carne bovina”, assegura César Miranda, secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso.

Até a última quarta-feira (09.06), a taxa de registro de vacinação chegou a 87,07%, faltando o comparecimento de 13.760 produtores. Desta forma, é importante que os ausentes façam a comunicação por e-mail ou, se necessário, dirijam-se a uma unidade local do Indea, portando a nota fiscal de aquisição da vacina e a relação de animais existentes. (Ascom)

A tecnologia desempenha um papel importante nos recentes ganhos da produtividade agrícola. Novos produtos - alguns revolucionários - foram facilmente adotados por agricultores de todo o mundo. Segundo o autor José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho, os estudos sobre a inovação tecnológica na agricultura, especialmente os realizados no Brasil desde a década de 1960, vêm refletindo as profundas mudanças ocorridas no setor.

Para alcançar esses avanços, as empresas que abastecem os agricultores estão investindo fortemente em pesquisa e desenvolvimento. Os fabricantes de sistemas de plasma também continuam a investir no desenvolvimento de novas tecnologias para ajudar os agricultores a cortar e remover metal de forma mais produtiva.

Quer saibam ou não, a maioria dos agricultores já usa produtos feitos com plasma. As chances de seus tratores, colheitadeiras, tanques de armazenamento, cercas, enfardadeiras e arados, terem sido fabricados com a ajuda de plasma, são grandes. Edson Urtado, Gerente de distribuição da Hypertherm, empresa que é referência na fabricação de sistemas de corte a plasma, explica que o corte a plasma pode também ser aproveitado pelos agricultores na rotina do trabalho agrícola.

“Os próprios agricultores também podem obter benefícios de produtividade por meio do uso de equipamentos de corte por plasma. Alguns dos dispositivos de plasma avançados de hoje são máquinas altamente portáteis, muito poderosas e versáteis, características que as tornam perfeitas para o trabalho no campo”, afirma Edson.

A capacidade de usar plasma em qualquer metal em qualquer lugar é algo que não passou despercebido pelos agricultores. Eles geralmente usam a tecnologia para cortar metal corroído, gasto ou danificado em enfardadeiras, colheitadeiras, espalhadores e outras peças de equipamento, ou para consertar canetas, portões e cercas. O reparo de silo, mesmo quando os painéis do silo são revestidos de vidro, é outra boa aplicação para um cortador de plasma. Enquanto uma chama de oxicorte cria uma bagunça de vidro e metal, um sistema de plasma corta de forma limpa e com rapidez.

O plasma também é útil quando se trata de aplicações de semeadura de raiz para preparação de solda, ideal para os muitos trabalhos de fabricação personalizados exigidos na agricultura.

Alguns dos usos mais comuns são:

Manutenção de caminhões, tratores e outros veículos agrícolas
Fabricação e reparo de ceifeira-debulhadoras, enfardadeiras e outros equipamentos
Reparo e montagem de pulverizadores químicos ou de irrigação
Reparo e manutenção de cercas, silos e anexos
Remoção rápida e fácil de soldas antigas utilizando a goivagem a plasma
Fabricação, incluindo o corte de bordas chanfradas e perfurações para peças, suportes e nesgas de tratores
Finalização automatizada de borda de chapa de ângulos de chanfro em A, V, Y e K para preparação de solda
Seja na criação de aves ou gado, no cultivo de trigo ou soja, milho ou cana-de-açúcar, os agricultores buscam uma maior produtividade. Com a última geração de sistemas de plasma portáteis poderosos e versáteis, os agricultores podem tirar mais proveito de seu trabalho de corte e goivagem, em menos tempo, a um custo mais baixo do que nunca, e tornando o plasma uma verdadeira ferramenta de produtividade, não importa o que eles cultivem.

 

Sobre a Hypertherm

A Hypertherm projeta e fabrica produtos de corte industrial utilizados por empresas do mundo inteiro para construir navios, aviões e trens, estruturas em aço, equipamentos pesados, entre outras atividades. Seus produtos incluem sistemas de corte, CNCs e softwares que proporcionam níveis de desempenho e confiabilidade que resultam em maior produtividade e lucratividade para centenas de milhares de empresas. Fundada em 1968 e sediada em New Hampshire, a Hypertherm é uma empresa 100 por cento de propriedade dos seus funcionários e emprega mais de 1.800 profissionais, com operações e representações por parceiros no mundo inteiro. (Ascom)

GOIANIA - Uma força-tarefa envolvendo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Civil de Goiás (PCGO/Decar) e o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (PMGO) resultou no fechamento de uma fábrica clandestina de agrotóxico falsificado no estado de Goiás.

A operação, iniciada no último domingo (6), teve como alvo empresas produtoras e importadoras de insumos que fraudavam marcas de agrotóxicos e comercializavam para produtores rurais. Ao todo, 157 produtos foram fiscalizados, sendo 16 marcas comerciais usadas pelos falsificadores, e mais de 25 mil litros apreendidos. Além dos produtos fraudados, ainda foram recuperados 12.715 kg de defensivos agrícolas furtados, que retornarão para as vítimas dos furtos.

Durante a ação, os auditores fiscais fizeram análise dos documentos de origem, rótulos, bulas, embalagens, assim como o QR Code de segurança que as empresas utilizam para identificar os agrotóxicos originais.

“Os auditores fiscais federais agropecuários do Mapa, com o apoio da inteligência do Ibama, PRF, Decar e PMGO investigaram por 6 meses o fluxo de uma quadrilha que atuava em vários estados do país. Foi descoberto um esquema que comprava agrotóxicos vencidos e roubados em um mercado paralelo, para realizar parte da produção dos produtos falsificados”, explica o chefe de fiscalização de Agrotóxicos, Júlio Lima.

Na ação, foram constatadas 128 infrações, desde a utilização de marcas sem a autorização de empresa até a importação de agrotóxicos sem registro no Mapa. Quatro pessoas foram detidas e encaminhadas para a Central de Flagrantes e responderão pelos crimes de contrabando, falsificação e roubo de defensivos agrícolas. Além disso, responderão administrativamente ao Mapa e Ibama pelas infrações cometidas.

“Os produtos falsificados são vendidos aos produtores rurais como se fossem legítimos, produzindo prejuízo econômico e prejudicando o controle de pragas, uma vez que esses não possuem os ingredientes ativos nas concentrações anunciadas”, afirmou Lima.

Também participaram da força-tarefa, a Vigilância Sanitária Municipal de Goiânia e a Secretaria do Meio Ambiente de Aparecida de Goiânia.

Para mais informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

especies de braquiaiaNo rastro histórico da pecuária e do ensino agronômico de qualidade no oeste paulista, plenamente inseridos no agronegócio brasileiro, ocorre a produção de novos materiais para possível lançamento de cultivares de Urochloa brizantha, também conhecido como o capim braquiária. Esse é o resultado de oito anos de trabalhos científicos realizados na Unoeste, iniciados com 12 mil plantas para a seleção de 360 mudas. Através de processos criteriosos de apuração em melhoramento genético, os números foram afunilando de 21 para cinco e, finalmente, três que chamam a atenção pela quantidade de massa fresca, tolerância à seca e valores proteicos.

O próximo passo é colocar o boi em cima da pastagem com os novos cultivares para avaliar a sua resistência ao pisoteio e se brota bem, além do principal: o ganho de peso do animal. A intenção é de que esse ganho seja maior aos das pastagens com outras gramíneas forrageiras, em tempo menor. Quanto mais rápido, mais vantagem, seja para o abate ou a entrada em confinamento. Outra questão vantajosa é a maior taxa de lotação que, caso seja alcançada, representa menor área para maior de quantidade de gado.

Esses benefícios sinalizados por melhoramentos genéticos desenvolvidos na Unoeste que oferece formação agronômica de qualidade em níveis de graduação e pós-graduação, incluindo especializações, mestrado e doutorado. Seus ambientes experimentais estão instalados no campus 2 e na Fazenda Experimental localizada em Presidente Bernardes (SP). Essa região concentra o maior rebanho bovino do estado de São Paulo, com 1,9 milhão de cabeças, conforme o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e que já chegou a ter R$ 2,5 milhões.

Parceria com a Aprosem

Sobre os experimentos desenvolvidos na Unoeste, em arrendamento da Associação Nacional de Produtores de Sementes (Aprosem) e na área experimental da empresa LatinSem, o pesquisador doutor em domesticação e melhoramento de plantas Nelson Barbosa Machado Neto conta que o primeiro deles ocorreu em 2014, na época em conjunto com o seu colega Dr. Luiz Gonzaga Esteves Vieira, mais conhecido como Santista. Outros foram ocorrendo sucessivamente e há cinco anos nasceu a parceria com a Aprosem, que arca com custos de bolsas e de análises

Conforme o Dr. Nelson existem diferenciais da Unoeste na produção de novos materiais de plantas forrageiras para pastagem, por conta que a grande maioria dos experimentos brasileiros são de iniciativa governamental e as empresas que desenvolvem pesquisas fazem coletas de sementes em outros países para fazer melhoramento genético. Medida que gera a necessidade de autorização do governo brasileiro e do país cedente, assim como a divisão de royalties caso seja gerado novo material; conforme recomendação do Protocolo de Nagoya sobre acesso a recursos genéticos.

Registro e proteção

A previsão é de três anos para obter os resultados dos experimentos, com a expectativa de poder requerer o Registro Nacional de Cultivares (RNC) junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o que consiste em medida de proteção para que a multiplicação e comercialização de sementes sejam exclusivamente para quem tenha autorização. Todavia, há a possibilidade de registro imediato para utilização das novas plantas no sistema produtivo Integração Lavoura, Pecuária Floresta (ILPF), com as sementes de capim ocorre e de soja plantadas ao mesmo tempo.

Feita a colheita da soja, o capim está pronto para o consumo do gado durante cerca de dois meses. Após isso, ocorre a desseca, com a massa fresca se transformando em massa seca que disponibiliza nutrientes para a cultura sucessória: o milho. A diferença entre a área exclusiva de pastagem para o sistema integrado está na perenidade de uma e na sazonalidade da outra. A expectativa do Dr. Nelson é de que pelo menos uma nova planta vá para o mercado como produto de exportação. Os experimentos são desenvolvidos com a contribuição da Dra. Ceci Castilho Custódio, também vinculada à Unoeste.

Apresentação de dados

Estão envolvidas duas alunas do mestrado pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Agronomia da Unoeste Estela Gonçalves Danelon e Sandra Regina Ferreira. Os dados sobre produtividade e bromatologia foram apresentados pelos pesquisadores em visita ao campo no dia 29 de maio, quando foram apresentados os materiais genéticos obtidos por mutação e que apresentam alta capacidade produtiva e de diferenciais importantes para o setor agropecuário.

“Além da produção de massa seca superior ou similar ao capim-marandu, os novos cultivares apresentam ainda tipos de crescimento distintos, alguns com tempo de produção de sementes mais tardio, e algumas outras características interessantes como tolerância a déficit hídrico. Os materiais vêm sendo observados desde 2014 e após serem aferidos como estáveis fenotipicamente, estão sendo avaliados há pelo menos dois anos, para produção de matéria fresca, matéria seca e outras características”, explica do Dr. Nelson.

Mais promissores

Diz também que dos cinco materiais, dois foram considerados menos promissores e os três mais promissores serão encaminhados para o próximo passo que será a avaliação de pastejo. “Para isso as sementes estão sendo colhidas nas duas áreas e serão semeadas para formar piquetes que serão avaliados para produção a campo e ganho de peso animal”, pontuou após a apresentação de novos materiais para possível lançamento de cultivares de Urochloa brizantha como novas opções para os criadores que no Brasil representam a segunda maior produção mundial de carne bovina.

O Brasil é o maior exportador do produto, com 25% de market share do comércio global em 2020, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Dados do Rally da Pecuária, de 2011 a 2019, são de que a produtividade média das fazendas visitadas pelo projeto aumentou 186%, como resultado da revolução tecnológica para a atividade pecuária, sendo que os avanços na genética bovina, na nutrição e no manejo explicam grande parte desse crescimento. A região de Prudente está inserida nesse contexto pela produção em si e pelo ensino superior de qualidade na formação de profissionais de ciências agrárias pela Unoeste. (Ascom)

agrihub crmv mtCUIABÁ - O Instituto AgriHub fará no dia 22 de junho, às 19h (horário de MT), uma Live com a participação do Conselho Regional de Medicina Veterinária e Zootecnia de Mato Grosso (CRMV-MT). O Instituto apresentará aos profissionais, médicos veterinários e zootecnistas a rede de consultores chamada “AgriHub PRÓ”, idealizada para conectar os produtores rurais às soluções tecnológicas e estabelecer um canal de suporte para os profissionais atuantes no agronegócio. Os profissionais interessados em participar precisam se inscrever no link: http://agrihub.com.br/livecrmv.

Paralelo à criação da rede, ao final do segundo semestre de 2021 o AgriHub pretende lançar uma plataforma de capacitação tecnológica para os consultores. A ideia é oportunizar aos profissionais com interesse em tecnologia e ferramentas digitais um programa de treinamento com metodologias de análise de processo dentro de uma propriedade rural, nível de maturidade do produtor e das soluções tecnológicas oferecidas pelas empresas.

Após a inscrição no evento e durante a live, os profissionais terão acesso a um link para responder uma pesquisa sobre a sua atuação profissional. A ideia do questionário é conhecer o perfil dos profissionais e as diferentes realidades tecnológicas enfrentadas em cada região de Mato Grosso.

“Queremos estabelecer esse canal de comunicação com os consultores para que eles, a qualquer momento e de qualquer lugar do estado, através de um link exclusivo, possam mandar dúvidas sobre tecnologias e busquem soluções e ferramentas digitais. A ideia é ajudá-los a prestar o melhor serviço ao levar soluções assertivas ao produtor rural”, esclareceu Wilton Maciel – responsável pela rede de consultores do AgriHub.

“O consultor tem o papel de ponte, então é importante adequar o nível de maturidade da solução tecnológica que ele vai indicar para o produtor, aumentando assim a chance de uma melhor aderência tecnológica”, disse o responsável pela rede.

SERVIÇO

O que: Live com a participação do CRMV – para médicos veterinários e zootecnistas

Quando: 22 de junho

Horário: 19h (horário de MT)

Link para inscrição: http://agrihub.com.br/livecrmv (Ascom Famato)

Com início de plantio conturbado, por causa do alongamento da safra de soja, poucas áreas de milho segunda safra conseguiram iniciar a colheita nesses primeiros dias de junho, caso de algumas regiões do Mato Grosso e Paraná. Boa parte do plantio foi realizado em março, período considerado fora da janela ideal para boa parte das regiões produtoras. Além disso, o clima mais seco nos últimos meses impactou o desenvolvimento das lavouras de milho. Por isso, importantes polos produtores de milho segunda safra como Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais devem registrar baixos índices de produtividade e, consequentemente, quebra de safra em diversas áreas.

De acordo com o trabalho de sensoriamento remoto realizado diariamente pela Geosys Brasil com uso de dados de satélites, mesmo que haja boa precipitação nos próximos dias, o baixo volume de chuvas nos últimos meses já impactou negativamente as lavouras de milho. No momento, a estimativa da Geosys Brasil é de que a produção nacional atinja 94,15 milhões de toneladas nesta safra, volume 7,8% inferior ao estimado pela empresa no início do ano.

A situação de alerta, e a que mais preocupa, se encontra no Paraná, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, onde as quebras devem ser maiores. Em Goiás e no Mato Grosso, por exemplo, a baixa produtividade deverá ocorrer em determinadas regiões, por causa da falta de chuva.

“No Paraná, o índice de vegetação ficou em patamar baixo durante todo o ciclo do milho safrinha, devido à forte seca dos últimos meses que manteve a umidade do solo em um nível extremamente reduzido por um longo tempo. Com isso, a dúvida não é “se” haverá, mas sim de quanto será a perda da produtividade no estado. Mesmo as boas chuvas dos últimos dias em algumas regiões do estado não devem ser suficientes para recuperar as lavouras.”, aponta Felippe Reis, analista de cultura da Geosys.

Além da forte seca no estado, a cidade de Cascavel, no Oeste do Paraná, registrou a ocorrência de geada no fim de maio com temperatura mínima de 6,5°C. Logo na sequência, as plantas apresentaram deterioração, o que pode ser explicado não apenas pela seca, como também pela geada. A estimativa da Geosys Brasil é de que a produção do Paraná seja de 8,55 milhões de toneladas de milho segunda safra, com a menor produtividade dos últimos onze anos.

No Mato Grosso do Sul, a situação de baixa produtividade também preocupa. Na região sul do Estado, onde se localizam os municípios de Dourados e Maracaju, por exemplo, o índice de vegetação teve deterioração nos últimos dias, mesmo com a maior precipitação nas últimas semanas. “A umidade do solo tem aumentado desde os últimos dez dias de maio, porém, parece ter sido tarde demais para que houvesse uma recuperação das lavouras, fortemente afetadas pela seca nas semanas anteriores”, explica Felippe.

Considerando os meses de abril e maio, o balanço hídrico teve o maior déficit dos últimos anos, fato que explica a baixa umidade do solo e, consequentemente, o desenvolvimento ruim das lavouras. No estado é possível que a produtividade seja a menor da década. Atualmente, a estimativa da Geosys é de que a produção no Mato Grosso do Sul seja de 6,96 milhões de toneladas.

Em Minas Gerais, a seca teve um forte impacto nas lavouras da região do Triângulo Mineiro, onde estão os municípios de Uberlândia, Uberaba e Campina Verde. A evolução do índice de vigor das plantas (NDVI) evidencia uma temporada com produtividade ruim, resultando em quebra de safra. Após o início tardio do ciclo do milho safrinha, a baixa precipitação limitou o desenvolvimento das lavouras. A estimativa da Geosys Brasil é de que em Minas Gerais, a produção de milho na safra de inverno seja de 1,96 milhão de toneladas.

Já o sul de Goiás registrou a seca mais severa, apesar do índice de vegetação ter apresentado boa dinâmica nos últimos dias, em linha com o aumento da umidade do solo. No entanto, a recuperação veio tarde e é provável que este movimento tenha apenas amenizado a situação ruim das lavouras que sofreram com a forte seca nos últimos meses. Com o milho safrinha no terço final de seu ciclo, a quebra da safra já é dada como certa.

Nas demais regiões do estado, o índice de vegetação está em patamar inferior ao das últimas quatro temporadas, o que indica que a produtividade deve ser pior - porém, em nível bem superior do que a safra 2015/16, ano de quebra de safra. A estimativa de milho safrinha da Geosys Brasil para Goiás está em 8,83 milhões de toneladas.

No Mato Grosso, em algumas regiões do nordeste do estado, entre as cidades de Barra do Garças e Água Boa, por exemplo, o índice de vegetação está no menor patamar das últimas temporadas. Apenas em 2016 (ano em que houve forte seca) o NDVI teve desempenho pior. A umidade do solo registrou baixo índice durante boa parte do desenvolvimento das lavouras, o que explica a queda no índice de vegetação. Mesmo com a melhora da umidade do solo nas últimas semanas, o NDVI continua em patamar mais baixo em relação aos últimos quatro anos. A seca nessa região deve resultar em quebra de safra, uma vez que o ciclo do milho safrinha encontra-se em seu terço final e dificilmente haverá tempo para recuperação das lavouras.

Já no coração da produção de milho safrinha do Mato Grosso, entre as cidades de Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop e Nova Mutum (região da BR-163, norte do estado), o índice de vegetação está em patamar satisfatório e, embora tenha tido um início desfavorável, devido ao atraso do plantio, o atual nível do NDVI sugere que a produção não deverá ser tão decepcionante. A umidade do solo ficou dentro da média durante boa parte de abril e maio, o que sustentou o desenvolvimento das lavouras na região. Atualmente, a estimativa da Geosys Brasil para a produção de milho safrinha no Mato Grosso está em 33,51 milhões de toneladas. (Ascom)

BRASÍLIA - Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (9) as portarias 159 a 175, com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2021/2022, para o cultivo do milho de 1ª safra. Nesta publicação as unidades da federação contempladas foram: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão, Piauí, Acre, Rondônia, Tocantins, Espirito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Vários fatores contribuem para a produtividade do milho (Zea mays L.), sendo os mais importantes a disponibilidade de água, a interceptação de radiação solar pelo dossel, a eficiência metabólica e de translocação de fotossintatos para os grãos. Para a obtenção de boas produtividades a cultura do milho necessita de precipitação entre 500 a 800 mm de água, bem distribuídos durante o ciclo fenológico; temperatura média diária superior a 15ºC, livres de geadas, temperatura média noturna acima de 12,8ºC e abaixo de 25ºC; temperatura no período próximo e durante o florescimento, entre 15ºC a 30ºC e ausência de déficit hídrico.

Para que serve o Zarc?

O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.

O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).

Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Além disso, muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas.

Aplicativo Plantio Certo

Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos: iOS e Android

Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma “Painel de Indicação de Riscos” (Ascom)

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