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Agronegócio

SINDIVEG Pragas e doenças na batataFrita, assada, cozida, sozinha ou acompanhada, natural ou industrializada: a versatilidade torna a batata um dos alimentos preferidos do brasileiro. Aliás, não apenas dos brasileiros pois é um dos alimentos maisconsumidos no mundo. Anualmente, o Brasil produz 3,7 milhões de toneladas, quantidade suficiente para atender à demanda de uma população apaixonada por batatas, que consome 16,6 quilos per capita ao ano.

Mas essa deliciosa hortaliça está constantemente ameaçadapor ataques de pragas e doenças, o que pode reduzir sensivelmente a produção e a qualidade.


 "A batata é a hortaliça mais importante do Brasil. Porém, suas características de cultivo e desenvolvimento representam desafio constante para os agricultores. Sem cuidados especiais, pode-se perder até 100% da produção.Os inimigos são vários e devastadores como doenças, insetos e plantas daninhas", explica Julio Borges, presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg).  

O desafio dos agricultores é grande. Afinal, a redução da oferta de batata causaria não apenas redução dos lucros do campo, mas especialmente aumento expressivo nos preços ao consumidor, tanto da hortaliça in naturaquanto industrializada.

Como a cadeia de consumo da batata é imensa, a quebra da produção resultaria até mesmo na elevação do preço dos combos de hamburguerias, cujo protagonista tem sempre a batata como principal (e essencial) acompanhamento.  "Alguns inimigos em especial tiram o sono dos batateiros. A requeima, a pinta-preta e a canela-preta são doenças altamente danosas causadas por fungos.

Já, a larva-alfinete, ou sua fase adulta conhecida como vaquinha,a traça da batata e a mosca branca são insetos que também prejudicam a produtividade, assim como diversas plantas daninhas, a exemplo do caruru, da corda-de-viola e de algumas espécies de capim. Há, porém, um grande empenho e esforço da indústria de proteçãode cultivos e dos agricultores nessa batalha, em benefício da segurança alimentar do nosso país", reforça Julio.

 Cerca de 60% do consumo per capita é de batata fresca e 14% de pré-frita nacional, de acordo com a Associação Brasileira da Batata (ABBA). "Hoje, 18% do consumo individual são de batatas pré-fritas importadas. OBrasil tem condições para substituir o produto internacional, mais caro, pelo local, que ajuda a melhorar a economia nacional, gera mais empregos e renda e resulta em preços mais acessíveis à população. Só que para isso é necessário produzir mais", diz o presidentedo Sindiveg.  

Para produzir mais, entretanto, é necessário proteger a produção, controlando os seus inimigos naturais. "A ciência oferece o que há de mais avançado em defensivos agrícolas eficientes contra pragas, doenças e plantasdaninhas. Usadas de forma correta e segura, essas tecnologias protegem a batata mantendo sua qualidade e segurança", complementa Eliane Kay, diretora executiva do Sindiveg.  

Eliane explica que, antes de ser lançadas, essas soluções são testadas cientificamente e submetidas a um longo e rigoroso processo de avaliação, que demora vários anos até a autorização de uso e passa por três ministérios:Agricultura, Saúde e Meio Ambiente. "Esse cuidado extremo garante o benefício desses insumos para os agricultores, o comércio e os consumidores. Essa é a contribuição da indústria de saúde vegetal para a produção sustentável de alimentos no território brasileiro",finaliza Eliane.  

Produção regional  Dez estados, além do Distrito Federal, são responsáveis pela quase totalidade da produção de batatas no país. Essa cultura movimenta R$ 5,4 bilhões, informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Cerca de 83% da colheita da hortaliça está concentrada em quatro estados, liderados por Minas Gerais que produz 1,2 milhão de toneladas (32% do total).

Em segundo lugar, aparecem o Paraná, com 748 mil toneladas (20%), São Paulo (18%) e Rio Grande do Sul (12%).  Sobre o Sindiveg  O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) representa a indústria de produtos para defesa vegetal no Brasil há 79 anos. Reúne 26 associadas, distribuídas pelos diversos Estados doPaís, o que representa aproximadamente 40% do setor.

Com o objetivo de defender, proteger e fomentar o setor, o Sindiveg atua junto aos órgãos governamentais e entidades de classe da indústria e do agronegócio pelo benefício da cadeia nacional de produçãode alimentos e matérias-primas. Entre suas principais atribuições estão as relações institucionais, com foco em um marco regulatório previsível, transparente e baseado em ciência, e a representação legitima do setor com base em dados econômicos e informaçõesestatísticas.

A entidade também atua em prol do fortalecimento e da valorização da comunicação e da imagem do setor, assim como promove o uso correto e seguro dos defensivos agrícolas. Para mais informações, acesse www.sindiveg.org.br.

As condições das lavouras de soja melhoraram após um começo de temporada marcado pela irregularidade climática, que atrasou o plantio e comprometeu o desempenho das variedades precoces. A melhora nas expectativas fez a Agroconsult, organizadora do Rally da Safra, aumentar as estimativas para a produção brasileira de soja 20/21 para 134 milhões de toneladas, 1,6 milhão de toneladas acima do número Pré Rally, após revisões positivas na produtividade esperada no Mato Grosso – principal estado produtor já visitado pelos técnicos do Rally – e no Rio Grande do Sul, cujas lavouras serão avaliadas em março. A área plantada é estimada em 38,4 milhões de hectares, mesmo número divulgado na largada da expedição.
Após percorrer mais de 25 mil quilômetros e coletar mais de 620 amostras, as equipes do Rally finalizaram as avaliações da soja de ciclos precoce e médio/tardio no Mato Grosso. A constatação: o estado deverá colher uma boa safra, mesmo com uma produtividade média de 57,7 sacas por hectare, inferior às 60 sacas por hectare da safra 19/20. Segundo André Debastiani, coordenador do Rally da Safra, o trabalho de campo das equipes mostrou resultados um pouco acima do esperado, sustentando a revisão para cima na produtividade. “No Médio-Norte e no Oeste, as variedades tardias mantiveram bom potencial, compensando um pouco as perdas da soja precoce”, explica.
Já no Rio Grande do Sul - estado que ainda será visitado pelo Rally - as lavouras se desenvolvem bem desde o fim do ano passado, após a regularização do clima, recuperando-se da seca nas fases iniciais do plantio, conforme a rede de informações da Agroconsult. Diante desse cenário, a estimativa de produtividade no estado subiu para 55 sacas por hectare (na safra passada, marcada por uma forte seca, foram colhidas apenas 36,2 sacas por hectare no estado).
Em relação aos números divulgados antes da largada do Rally, houve apenas uma revisão negativa: a produtividade média esperada nas lavouras do Piauí caiu para 54,5 sacas por hectare, prejudicada por um período de estiagem em janeiro.
Debastiani explica que o principal problema agora é a lentidão da colheita no Centro-Oeste. Chove praticamente todo dia desde o início do ano, em especial no Mato Grosso. Os produtores colhem com grande dificuldade, na maioria das vezes com mais umidade do que o ideal. “É importante notar que não há gargalo operacional: o que limita a colheita é mesmo o clima. Se as condições climáticas não melhorarem, pode haver mais perdas de qualidade nas lavouras que estão ficando prontas, mas que não estão sendo colhidas na velocidade adequada. O cenário piora ainda mais o calendário para a segunda safra”, afirma o coordenador do Rally.
Equipes em campo
Nesta 18ª edição do Rally, serão 26 equipes em campo, das quais 20 vão a campo até março para avaliar as lavouras de soja precoce no Mato Grosso, Sudoeste de Goiás, Mato Grosso do Sul e Oeste do Paraná, além da soja de ciclo médio e tardio em todos os estados produtores. Outras seis equipes irão a campo em maio e junho para verificar as áreas de milho segunda safra. O levantamento acontecerá no Mato Grosso, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins.
Organizado pela Agroconsult, o Rally da Safra 2021 chega à 18ª edição com patrocínio do Banco Santander, Phosagro, FMC e Rumo, e o apoio da Plant UP, Unidas Agro, FIESP e Universidade Federal de Mato Grosso. (Ascom)

Ingrediente essencial da feijoada, do acarajé e na base da refeição diária dos brasileiros – seja preto, carioca, de corda ou de outro tipo – o feijão é uma das mais importantes culturas agrícolas do país. No total, são 2,9 milhões de toneladas produzidas, com valor bruto de R$ 7,5 bilhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Produzido em todas as regiões do país, o feijão tem ciclo curto de cultivo e enfrenta muitos desafios com pragas e doenças que reduzem a produção e qualidade do alimento significativamente.feijao
"O brasileiro é apaixonado por feijão. Essencial, ele está presente diariamente nas mesas e nas vidas dos brasileiros. Porém, como todos os demais cultivos, o feijão também enfrenta desafios para chegar até a nossa mesa. Vários detratores de produtividade, como pragas e doenças, atacam as lavouras de feijão do país prejudicando a produção. Não dá para imaginar nossa refeição sem feijão", assinala Julio Borges, presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg).
"O desafio é grande. Sem cuidados adequados, pragas e doenças causam grandes prejuízos aos produtores e, por consequência, à oferta regular de feijão. Alguns dos principais problemas, como a praga mosca-branca e a doença antracnose, têm potencial para destruir até 100% das plantações, gerando escassez do alimento nas prateleiras", alerta o dirigente.
Uma das consequências da baixa oferta de feijão é o aumento dos preços que o brasileiro teria de pagar. "O consumo de feijão está em 13 quilos por pessoa/ano, segundo a Embrapa. É bastante, porém a produção tem de crescer ano após ano para alimentar a crescente população e manter a competitividade da agricultura brasileira nesse cultivo. Para isso, a proteção das lavouras e os cuidados devem ser intensos e frequentes. Importante ressaltar que, além da alta no custo, a falta de feijão no país – que é um dos cinco maiores produtores do grão no mundo – exigiria a aquisição no mercado externo para abastecer a população. Em um cenário de dólar elevado, o impacto nos preços do alimento seria ainda maior", salienta Julio Borges.
Outros diversos vilões têm potencial para dizimar as áreas de cultivo de feijão, como a mancha-angular – doença fúngica que reduz a colheita em 80% –, o mofo branco ou a lagarta-elasmo, cujos danos podem exigir o replantio completo da lavoura. Não menos graves, plantas daninhas como caruru, picão, trapoeraba e algumas espécies de capim criam uma competição por nutrientes e luz solar que prejudica o potencial do feijoeiro e, ainda, dificulta o processo de colheitas das vagens.
"Para proteger a produção, é necessário controlar esses problemas. A ciência oferece o que há de mais avançado em tecnologia de preparo adequado do solo, seleção de sementes, e ainda defensivos agrícolas. Usados de forma correta e segura, essas tecnologias protegem a planta de feijão sem prejudicar a quantidade e qualidade do grão produzido, nem causar danos ao meio ambiente ou à saúde humana, assegurando seu potencial produtivo” informa Eliane Kay, diretora executiva do Sindiveg.
Eliane explica que, antes de ser lançadas, todas as soluções de combate a pragas e doenças na agricultura são testadas cientificamente e submetidas a um longo e rigoroso processo de avaliação, que demora vários anos antes de ter autorização dos Ministérios da Agricultura, Saúde e Meio Ambiente para comercialização. "Esse extremo cuidado garante o benefício e, principalmente a segurança para o agricultor e sociedade. Essa é a contribuição da indústria de saúde vegetal para a produção sustentável de alimentos no território brasileiro", explica Eliane Kay.
De acordo com levantamento exclusivo do Sindiveg, em parceria com a Spark Consultoria Estratégica, o combate a pragas e doenças que atacam o feijão exigiu investimentos de mais de R$ 1,2 bilhão nessas tecnologias, que trataram área equivalente a mais de 33,2 milhões de campos de futebol em 2020. O cálculo de área tratada considera, em multiplicação, o número de produtos e de aplicações, assim como a área cultivada.
Produção regional
Todos os estados, assim como o Distrito Federal, produzem feijão, mas cerca de 60% da produção brasileira está concentrada em quatro estados: Paraná (22% e 630 mil toneladas), Minas Gerais (18% e 535 mil toneladas), Goiás (12% e 341 mil toneladas) e Mato Grosso (10% e 278 mil toneladas). Destaque também para a produção de São Paulo (264 mil t), Bahia (179 mil t), Ceará (110 mil t) e Santa Catarina (108 mil t). Os dados são do IBGE.
Sobre o Sindiveg
O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) representa a indústria de produtos para defesa vegetal no Brasil há 79 anos. Reúne 26 associadas, distribuídas pelos diversos Estados do País, o que representa aproximadamente 40% do setor. Com o objetivo de defender, proteger e fomentar o setor, o Sindiveg atua junto aos órgãos governamentais e entidades de classe da indústria e do agronegócio pelo benefício da cadeia nacional de produção de alimentos e matérias-primas. Entre suas principais atribuições estão as relações institucionais, com foco em um marco regulatório previsível, transparente e baseado em ciência, e a representação legitima do setor com base em dados econômicos e informações estatísticas. A entidade também atua em prol do fortalecimento e da valorização da comunicação e da imagem do setor, assim como promove o uso correto e seguro dos defensivos agrícolas. (Ascom-Fabrizia Fonseca/Texto Comunicação)

A maior safra de grãos da história será colhida em 2021: a produção deve superar 269 milhões de toneladas (+4,3% sobre a anterior), mesmo em meio aos desafios impostos pela pandemia da Covid-19. O crescimento da agricultura brasileira é resultado de uma série de fatores, incluindo os investimentos dos produtores rurais na prevenção, controle e tratamento de problemas fitossanitários (insetos, fungos e plantas daninhas) que podem derrubar em até 100 milhões de toneladas a safra brasileira, além de comprometer a oferta regular de alimentos na mesa da população.

De acordo com o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), Julio Borges, a alta eficiência dos insumos aplicados nas lavouras contribuiu decisivamente para que não houvesse explosão de preços dos alimentos. “A crise econômica agravada pela quarentena prejudicou todos os setores, mas o empenho do agronegócio e as medidas implantadas para evitar quebras na produção contribuíram para a segurança alimentar dos brasileiros. Sem os insumos, a inflação dos alimentos teria sido muito superior ao registrado.”

Em 2020, os agricultores investiram ainda mais no controle de pragas, doenças e plantas daninhas. A área tratada com defensivos cresceu 6,9% no país, chegando a 1,6 bilhão de hectares, 107 milhões a mais que em 2019, de acordo com levantamento exclusivo encomendado pelo Sindiveg à Spark Consultoria Estratégica.
“O cálculo de área tratada considera o número de produtos e de aplicações de insumos, assim como a área cultivada, e ajuda a compreender o cenário de utilização dos defensivos agrícolas. A concentração da área tratada em 2020 esteve no quarto e no primeiro trimestre do ano, com 46% e 32% do total, respectivamente. Esse período coincide com o verão, época ideal para as principais culturas plantadas no território brasileiro", analisa Julio.

Em valor de mercado, o setor de defensivos agrícolas, contudo, foi 10,4% menor em dólar de produto aplicado – abaixo do que estimava a entidade (11,8%). Foram US$ 12,1 bilhões em faturamento em 2020, ante US$ 13,5 bilhões de 2019. O valor em dólar em 2020 é o mais baixo em cinco anos. Em real, porém, o valor do mercado – medido em produtos aplicados – aumentou 10%, subindo de R$ 53,8 bilhões para R$ 59,1 bilhões.

“De janeiro a dezembro de 2020, a perda cambial foi de 18,5% para o setor”, informa o presidente do Sindiveg. “A intensa desvalorização do real frente ao dólar foi um importante desafio para a indústria de defensivos agrícolas, que tem a maior parte dos seus custos na importação de insumos e matérias-primas. Devido à consistente variação cambial, não conseguimos fazer o repasse integral do aumento dos custos, algo que deve acontecer este ano.”
Julio Borges ainda destaca outro grande desafio: o aumento de preços de matérias-primas da China de todos os insumos, bem como o custo da logística, visto que este dobrou por escassez de contêineres e navios. Como todos os segmentos da economia, os químicos também sofrem com a dinâmica da crise logística mundial. Mais um ponto de repasse nos custos dos produtos para a próxima safra.
Segmentos, culturas e regiões
Assim como nos anos anteriores, o combate aos insetos envolveu maior área tratada em 2020. Foram mais de 413 milhões de hectares, cerca de 25% do total. Em seguida, aparecem os herbicidas, com cerca de 401 milhões de hectares (24%). Os produtores também destinaram fungicidas a 306 milhões de hectares (19%) e outros 149 milhões de hectares receberam aplicações de produtos para o tratamento de sementes (9%).
“O ataque de pragas no Brasil é mais severo do que em qualquer outro país, devido às condições climáticas de um país tropical, com temperaturas mais altas e ambiente mais úmido, sem inverno rigoroso, característica da Europa, Canadá e de boa parte dos Estados Unidos que sofrem menos com a pressão desses detratores de produtividade. Afinal, em regiões de temperaturas mais baixas há um importante fator (a neve), que impede a reprodução das pragas”, explica Julio Borges.
Os desafios fitossanitários são vários e variam de acordo com as diferentes culturas, com destaque para ferrugem asiática, percevejos e daninhas resistentes na soja, lagartas no milho, braquiária e cigarrinhas na cana-de-açúcar, o bicudo no algodão, bicho-mineiro e ferrugem do cafeeiro no café. Esses são apenas alguns exemplos. Qualquer que seja o cultivo, sofre com o ataque de diferentes pragas e doenças. Apenas no cultivo de grãos, a falta de insumos preventivos representaria 37% a menos na produção, ocasionando explosão nos preços de outros setores, como de proteínas animais.
Em 2020, 1.052.520 toneladas de defensivos foram aplicados no país – volume 6,8% superior em relação ao ano anterior. Contudo, a média de volume por área diminuiu 0,1%. Em 2019, o índice era de 0,6341 quilos por hectare, tendo diminuído para 0,6336 kg/ha no ano passado. Cerca de 27% do valor de mercado está concentrado nos estados de Mato Grosso e Rondônia, e 19% em Minas Gerais e São Paulo, importantes polos agrícolas nacionais.
Principal cultura brasileira, a soja concentrou 48% do valor investido por agricultores em defensivos agrícolas: US$ 5,8 bilhões. Em segundo lugar, aparece o milho, com 13% do total, equivalente a US$ 1,6 bilhão. Na sequência vêm a cana (11% do valor de mercado), o algodão (10%), as hortaliças e frutas (4%), a pastagem e o café (ambos com 3%), além do feijão, citros, trigo e arroz (com 2% cada). As demais culturas têm 1% de participação no total.
“A agricultura brasileira é movida pela busca incansável por maior produtividade e consequente maior produção. Mesmo sendo um dos maiores produtores agrícolas mundiais, o Brasil aplica menos defensivos por hectare que países de clima temperado e que tem apenas uma safra por ano”, destaca o presidente do Sindiveg.
Sobre o Sindiveg
O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) representa a indústria de produtos para defesa vegetal no Brasil há 79 anos. Reúne 26 associadas, distribuídas pelos diversos Estados do País, o que representa aproximadamente 40% do setor. Com o objetivo de defender, proteger e fomentar o setor, o Sindiveg atua junto aos órgãos governamentais e entidades de classe da indústria e do agronegócio pelo benefício da cadeia nacional de produção de alimentos e matérias-primas. Entre suas principais atribuições estão as relações institucionais, com foco em um marco regulatório previsível, transparente e baseado em ciência, e a representação legitima do setor com base em dados econômicos e informações estatísticas. A entidade também atua em prol do fortalecimento e da valorização da comunicação e da imagem do setor, assim como promove o uso correto e seguro dos defensivos agrícolas. (Ascom)

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