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Agronegócio

Por Antônio Coutinho, gerente de produtos para animais de produção da Vetoquinol Saúde Animal

Saúde em dia, conforto, nutrição balanceada e ambiente seguro. Estes estão entre os mais importantes pilares das práticas de bem-estar animal, tema cada vez mais em evidência na pecuária brasileira e mundial. Reduzir os fatores de estresse que afetam os bovinos – sejam eles de corte ou para produção de leite – contribui para o aumento da produtividade, bem como para a desejada oferta de alimentos a partir de práticas sustentáveis.

 Apesar disso, infelizmente algumas vezes os cuidados sanitários são negligenciados nas propriedades rurais.

 É o caso de infecções, que começam simples e podem se tornar devastadoras. Sem o tratamento adequado, provocam terríveis diarreias, o que prejudica o desenvolvimento dos animais – especialmente os bezerros – e têm potencial para chegar a um estágio mais grave, causando até a morte.

 E cada morte de bezerro representa prejuízo mínimo de R$ 3 mil, no caso de bezerros de corte, e até mais de R$ 6mil em novilhas de leite. Além disso, ainda que sobreviva, o animal pode ficar gravemente afetado, rendendo menos do que o esperado. De qualquer maneira, o prejuízo é irreversível.

 Com o avanço da tecnologia e pesquisas, não há desculpa para os pecuaristas deixarem de investir na prevenção e no controle das enfermidades. O mercado brasileiro conta com soluções eficazes, com facilidade e agilidade de tratamento, inclusive com medicamentos com dose única, auxiliando muito no manejo dos animais.

 Esse recurso favorece a rotina da equipe da fazenda, gera a racionalização de custos e é bom para a saúde e o rendimento dos bovinos.

 A associação de antibióticos com anti-inflamatórios é uma moderna e eficaz tecnologia à disposição dos pecuaristas, que possibilita a rápida recuperação dos animais, permitindo o seu retorno à produção. Destaque à união do anti-inflamatório meloxican com o antibiótico ceftiofur, tecnologias presentes em Acura® Max, da Vetoquinol Saúde Animal, uma das 10 maiores indústrias veterinárias do mundo.

 A combinação de meloxican e ceftiofur é ideal para a recuperação rápida e eficaz dos animais, especialmente se a opção for por uma marca com dose única e baixa carência. É a associação que toda fazenda deve ter na farmácia para aplicação assim que surgir qualquer sinal de infecção nos bovinos, como febre, perda de peso ou diarreia.

 Essa ação simples também está perfeitamente aliada aos princípios do bem-estar animal e de uma produção cada vez mais sustentável e de qualidade, altamente desejáveis na pecuária moderna e de resultados. (Beatriz Pedrini - Texto Comunicação)

marco malburgCAMPINÁPOLIS – O engenheiro agrônomo Marco Malburg, que por muitos anos foi presidente da Sicredi em Água Boa, também deu seu depoimento à CPI do Leite da Assembleia Legislativa.
Ele afirmou que faltam incentivos ao pequeno produtor de leite. Hoje os produtores que enfrentam os maiores riscos são reféns do mercado que estabelece os preços sem interferência do produtor.
Enquanto o produtor ganha R$ 2,00 por litro, no mercado o produto custa de R$ 4,00 a R$ 5,00.
Malburg foi eleito para integrar o Conselho Fiscal da Campileite. Ele disse que essas questões serão discutidas a nível de cooperativa.
A entrevista completa daqui a pouco às 12h 30min na RÁDIO INTERATIVA/ÁGUA BOA

fernando roque dos santos e luzineteCAMPINÁPOLIS – Um casal de produtores de leite de Novo São Joaquim relatou o custo de produção na CPI do Leite.
Fernando Roque dos Santos e Luzinete Roque disseram que os custos de produção para 15 vacas leiteiras em seu sítio, se aproxima dos R$ 6.700,00 mensais.
Eles apontam a compra de ração, proteinado, sal mineral, mão de obra, energia elétrica, água, medicamentos veterinários e outros.
Já o faturamento do casal alcança R$ 4.700,00 com a produção diária de cerca de 70 litros de leite.
Atualmente, a atividade leiteira nesta propriedade está com déficit de cerca de R$ 2 mil mensais.
Eles consideraram a reunião da CPI do Leite importante ferramenta para auxiliar o pequeno produtor de leite.
Daqui a pouco a entrevista com o casal. Será às 12h 30min na Rádio Interativa/Água Boa.
Abaixo a planilha à mão entregue à CPI do Leite.
custo leite 1custo leite 2custo leite 3custo leite 4

CAMPINÁPOLIS – O presidente da Campileite, Jeovan Faria, participou do encontro da CPI do leite da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira, 09 de maio em Campinápolis. jeovan faria campileite
Ele repassou informações sobre a atuação da cooperativa. Ele afirmou que hoje, são captados junto aos associados, cerca de 45 mil litros de leite destinado ao mercado local e nacional.
A Campileite gera emprego e renda, pois emprega cerca de 150 funcionários e atua com fábrica de ração, mercado, posto de gasolina e veterinária. A Campileite foi fundada no ano de 2.000 e concede alguns benefícios aos associados.
Jeovan Faria declarou que se alguns produtores estão descontentes, a cobrança deve ser feita junto à direção da Cooperativa, sem prejudicar a entidade. Informou que recentemente, alguns produtores fizeram um protesto deixando de entregar o leite.
Com isso, o custo operacional da cooperativa foi afetado, já que os serviços não pararam, mas por alguns dias, a coleta do leite diminuiu. Ele foi categórico em afirmar que os problemas da Campileite devem ser discutidos internamente para não afetar a economia da cooperativa.
Logo mais às 12h 30min a entrevista completa com Jeovan Faria.

dr marcelo campinapolisCAMPINÁPOLIS – O advogado Marcelo Batista Faria também se manifestou no encontro da CPI do Leite nesta segunda-feira em Campinápolis.
Na ocasião, ele disse aos deputados estaduais que existem problemas internos na Campileite que afetaram associados.
Várias questões estão sendo discutidas na justiça. A preocupação do advogado é de que os associados tenham mais incentivos e apoio por parte da Campileite.
Daqui a pouco, a entrevista com Dr. Marcelo. Vai ao ar às 12h 30min na rádio Interativa.

CUIABÁ - Dia 22 de maio é o prazo do vencimento da Contribuição Sindical Rural de Pessoa Jurídica e Pessoa Física, ano base 2022.

A contribuição fortalece a defesa dos interesses do campo e auxilia na busca de novas conquistas para o setor agropecuário.

Também possibilita a promoção de mais capacitações e oportunidades para produtores rurais e seus familiares.  

O diretor Administrativo e Financeiro da Famato, Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso, Vilmondes Tomain, explica que para representar os produtores rurais e defender os seus interesses e reivindicações, o Sistema Sindical Rural necessita de fontes de recursos, entre elas está a Contribuição Sindical.

O recurso arrecadado por meio da Contribuição Sindical Rural é aplicado na prestação de serviços aos produtores rurais. 

A representação de classe exige uma estrutura forte e atuante. Além de atuar nesta representação, junto às lideranças políticas locais, estaduais e nacionais, é preciso conquistar o respeito do mercado.

Além disso, o Sistema Sindical Rural é o canal indispensável para a troca de informações sobre os assuntos principais do dia a dia do produtor rural.

Em caso de perda, de extravio ou de não recebimento da guia de recolhimento, o contribuinte poderá obter a segunda via no site da CNA, www.cnabrasil.org.br, ou solicitar à Famato.

Para tirar dúvidas ou mais informações sobre a Contribuição é só ligar (65) 3928-4498. (Sapicuá Rádio News)

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