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BRASÍLIA - Você faz parte do grupo de pessoas que gostam de deixar o computador ligado à noite ou não costuma desligar a luz na hora de sair do quarto? Bem, nesse caso, você pode acabar tendo que ajustar o seu bolso no final do mês, visto que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, na terça-feira (21), um reajuste nos valores das bandeira tarifárias no fornecimento de energia elétrica. Atualmente, o Brasil opera em bandeira amarela, então a população sentirá a diferença.

As bandeiras tarifárias amarela e vermelha (patamares 1 e 2) foram reajustadas de forma que a bandeira amarela passou a custar R$ 1,50 (antes era R$ 1,00) para cada 100 kWh, enquanto a bandeira vermelha (1 e 2) agora custam, respectivamente, R$ 4,00 (antes custava R$ 3) e R$ 6,00 (antes era R$ 5) para a mesma medida.

Conforme explicou o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, essa mudança evitará que a conta da bandeira tarifária fique deficitária em 2019. Em 2017 e 2018, por exemplo, a conta da bandeira fechou com um déficit de R$ 4,4 bilhões e 500 milhões, respectivamente.

Vale lembrar que o sistema de bandeiras se encontra em vigor desde 2015 e indica o custo da energia gerada, agindo como um instrumento que possibilita os consumidores a reduzirem o uso da eletricidade quando a energia estiver mais cara. As bandeiras tarifárias nas cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, de forma que o verde significa que o custo está baixo e o vermelho no patamar 2 implica numa conta de luz maior no final do mês. (Fonte: G1)

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