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ATUALIZADA DIA 24 ABRIL 2019

 

CUIABÁ - Segue internado em UTI do Hospital Jardim de Cuiabá, o bebê que nasceu prematuro de 6 meses em nossa cidade.

A criança nasceu prematuramente no dia 5 de abril, e necessitava de UTI para sobreviver. A vaga em UTI só foi obtida graças a intermediação da Defensoria Pública da comarca de Água Boa.

A justiça da comarca determinou ainda no dia 5 de abril, uma vaga em UTI. A abertura da vaga e a transferência só ocorreram no dia 6 de abril via UTI aérea.

Outra decisão da justiça a pedido da Defensoria Pública foi que o Estado disponibilizasse recursos para a manutenção da criança em UTI particular.

A defensora pública Caroline Renee disse que o bebê já engordou 230 gramas, e se alimenta por sonda. A mãe e a avó da criança estão na Casa de Apoio em Cuiabá, para acompanhar de perto a recuperação da criança.

A justiça decretou a disponibilização pelo Estado, de R$ 203 mil para custear as despesas em UTI particular.

 

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ATUALIZADA DIA 07 ABRIL 2019

 

UTI aéreaÁGUA BOA - Foi transferido na tarde deste sábado, 6 de abril, por volta das 14hs para uma UTI particular de Cuiabá, o bebê prematuro de 6 meses nascido na madrugada de sexta-feira, 5 de abril, no Hospital Regional Paulo Alemão. A criança necessitvada de UTI urgente, mas o Estado não arrumava a vaga.

A família procurou a Defensoria Pública da comarca, que obteve decisão judicial favorável.

Segundo a defensora pública, Caroline Renee, foi solicitado bloqueio judicial de R$ 203 mil das contas do Estado. O judiciário deferiu a liminar.

"Ontem mesmo conseguimos uma vaga em um hospital particular de Cuiabá e o transporte aéreo UTI (também particular) veio buscar o bebê e a mãe", informou a Dra. Caroline.

Agora, a luta para salvar a criança continua na mão de médicos especialistas do Hospital Jardim de Cuiabá.

 

 

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Publicado em 06 abril 2019

 

ÁGUA BOA - Internado no hospital Regional de Água Boa, em estado gravíssimo, Pedro Vinícios Moura, que nasceu prematuro de cinco meses, na madrugada desta sexta-feira (5/4), aguarda transferência para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde o início da noite. A Defensoria Pública de Mato Grosso conseguiu, na Justiça, decisão para que o Estado providencie o socorro.

Na medida, o juiz do Juizado Especial Cível e Criminal, Alexandre Ceroy, determinou prazo de quatro horas, após a citação, feita às 19h20, para que o Estado e o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Araguaia, viabilizem o atendimento. O prazo termina às 23h20, porém a defensora pública que atua no plantão e busca o cumprimento da decisão, Carolina Weitkiewic, informa que não há nenhum posicionamento oficial do Estado sobre quando fará a transferência.

O Hospital Regional de Água Boa, 738 km de Cuiabá, não conta com UTI, adulta ou pediátrica, e o bebê corre risco de perder a vida por ter nascido, segundo avaliação médica, com quadro hipotérmico, hiperglicêmico e com desconforto respiratório agudo. “Não foi realizado corticoide antenatal e o prematuro evolui com desconforto respiratório importante com necessidade de intubação ourotraquial e ventilação mecânica”, diz trecho do relatório médico anexado ao processo.

A mãe, Leomara da Silva Moura, informa que teve acompanhamento regular no pré-natal, porém, antes de completar seis meses de gestação, entrou em trabalho de parto. “Gente, estou aqui, pedindo ajuda pelo meu filho que ia completar seis meses de gestação no dia 12, não tenho nada para ajudá-lo, sou muito nova e pra mim ver ele nesse estado, sem poder fazer nada é muito difícil. Ele nasceu com 900 gramas, precisa, para se manter vivo, dessa UTI. É o apelo que faço”, disse.

O pedido de liminar, feito numa ação de obrigação de fazer, foi protocolada pelo defensor público Wendel Cruz. “O quadro clínico dele é gravíssimo. Se não receber atendimento adequado pode vir a óbito ou sofrer danos permanentes, diante da falta de estrutura do hospital onde se encontra, que não fornece gasometria, bomba de infusão, surfactante e outros. Eles não têm condições de atender a necessidade apresentada por esse bebê”, afirma na ação.

Caso o Estado não cumpra a liminar, Carolina informa que entrará com pedido de bloqueio de valores, ainda nesta madrugada. “Já consegui o orçamento de um hospital de Goiânia (GO), que ficou em R$ 200 mil, porém, seria importante que ele tivesse o atendimento o mais rápido possível e aqui”, afirma a defensora. (Márcia Oliveira - Assessoria de Imprensa)