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Meio Ambiente

Todos os anos, com o inverno chega a seca na maior parte do Brasil, no entanto em 2021 esse período seco tem apresentado consequências acima da média. Os reservatórios de água do país estão sofrendo esvaziamento devido ao período de estiagem. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a escassez de chuvas no país para a geração de energia é a pior em 91 anos.

A crise hídrica afeta, diretamente, o consumo de energia do país, já que as hidrelétricas fornecem aproximadamente 90% de energia elétrica em todo o território brasileiro e 10% são utilizadas pelas usinas termelétricas ou nucleares. Assim, a instabilidade no fornecimento e até mesmo apagões podem acontecer, causando grandes transtornos para empresas, hospitais, agricultura (que depende da energia para a irrigação, por exemplo) e até mesmo para as residências.

Por isso, o gerador de energia se tornou uma importante solução para manter o funcionamento normal de fábricas, hospitais, prédios corporativos, centros comerciais, entre outros, uma vez que atuam como backup em caso de falhas ou oscilações no abastecimento da rede elétrica; e essa demanda tem refletido nas previsões sobre o setor.

De acordo com o relatório internacional de pesquisa da Research and Markets, somente o mercado global de geradores a diesel deve chegar a 30 bilhões de dólares (cerca de 150 bilhões de reais) até 2027, expandindo a taxa de crescimento anual, a CAGR (sigla em inglês para Taxa de crescimento anual composta) para 8%.

A Branco, indústria brasileira com 85 anos de atuação e referência no segmento de força e energia, além de líder em motores a combustão, aposta no gerador de energia BIG 44, desenvolvido para ser utilizado em ambientes que necessitam de grande confiabilidade de energia como postos de combustível, comércios de médio porte, condomínios, restaurantes, escritórios, chácaras, salões de festas e escolas. Seu diferencial está no ATS integrado, que é uma chave de transferência acionada automaticamente, conforme corte ou restabelecimento de energia, garantindo mais segurança, e assim, evitando acidentes. Além disso, possui uma operação silenciosa e painel de controle digital, que facilita o monitoramento e gestão do gerador durante as operações, garantindo mais comodidade.

Movido a diesel, refrigerado à água e com autonomia de quase 9 horas, o equipamento vem acompanhado do dispositivo de proteção contra surtos (DPS), responsável por detectar e proteger o gerador contra descargas atmosféricas. Dessa forma, é possível fornecer energia com confiabilidade e muito mais segurança durante o período de uso.

"O gerador é ideal para diversas ocasiões, desde o trabalho no campo com a agricultura até na produção de eventos, por exemplo, pois a falha no fornecimento de energia ou a instabilidade na rede podem gerar grandes prejuízos financeiros aos produtores e empresários. O gerador da Branco fornece a energia necessária para todos os lugares, garantindo estabilidade e segurança", afirma Gianni Pinheiro, gerente comercial da Branco. (Ascom)

Na última quinta-feira (16), a notícia de um possível tsunami na costa do Brasil gerou alarde e foi um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. A ocorrência do tsunami estaria ligada à possível erupção de um vulcão nas Ilhas Canárias. Mas, afinal, essa história é #fato ou #fake? A gente te explica!

Tudo começou quando o vulcão Cumbre Vieja teve um rápido aumento das atividades sísmicas nos últimos dias, o que chamou a atenção de especialistas. O vulcão fica na ilha de La Palma, nas Canárias, a cerca de 500km da costa africana, a baixas latitudes - próximo ao Marrocos.

Com um aumento rápido no número de atividades sísmicas e alteração na emissão de gases, o Plano Especial de Proteção Civil e Atenção às Emergências de Risco Vulcânico das Ilhas Canárias (Pevolca) elevou o nível de alerta do vulcão de verde para amarelo. Mas o que isso significa na prática?

A geóloga e vulcanóloga da Universidade de São Paulo (USP) Leticia Freitas Guimarães explica que os observatórios vulcanológicos divulgam constantemente relatórios com resultados de análises de vários parâmetros medidos em um vulcão (como sismo, deformação do solo e emissão e composição de gases). Esses parâmetros definem um sistema de alerta que é dividido em quatro estágios, representados pelas cores verde, amarelo, laranja e vermelho. "Se a atividade vulcânica é considerada normal e está no alerta verde, você não precisa se preocupar. No entanto, conforme ocorre deformação do solo, por exemplo, ou há maior ocorrência de sismos e eles estão sendo mais rasos, ou conforme a composição dos gases muda, esses são indícios de uma erupção iminente, e com isso o alerta vai mudando de cor", afirma Leticia.

De qualquer modo, a geóloga reitera que, para uma população que vive em local próximo a um vulcão, um alerta amarelo não representa motivo para pânico.

O vulcão Cumbre Vieja é o mais ativo das Ilhas Canárias? FATO!

A ilha de La Palma é a quinta maior das oito ilhas que compõem o arquipélago das Ilhas Canárias e a segunda mais alta. Ela é composta por dois vulcões, entre eles o Cumbre Vieja, localizado mais a sul. "Se a gente analisar a história eruptiva das ilhas de todo o arquipélago, as atividades vulcânicas começaram há algumas centenas de milhares de anos. Desde meados dos anos 1400, houve 13 eventos eruptivos, sendo 6 deles registrados na ilha La Palma e relacionados ao Cumbre Vieja", explica Letícia. Com isso, o vulcão é considerado o mais ativo das Ilhas Canárias.

A chance de o vulcão Cumbre Vieja entrar em erupção é alta? FATO!

O Cumbre Vieja tem uma frequência eruptiva muito elevada, sendo a mais recente registrada em 1971. No entanto, a geóloga explica que é necessário avaliar qual tipo de erupção que ele é mais propício a gerar, conforme sua história eruptiva. No caso do Cumbre Vieja, as 6 erupções que ocorreram tiveram atividade explosiva de baixa intensidade.

"O Índice de Explosividade Vulcânica varia de 0 a 8, e o histórico das erupções explosivas desse vulcão tem índice 2, que é baixo. Além disso, apesar da ocorrência de erupções explosivas, as erupções recentes evoluíram para a predominância de atividade efusiva, que gera fluxos de lava que afetam as comunidades mais próximas.

Com isso, a probabilidade maior é de que, caso ocorra uma erupção, ela seja de baixa magnitude e evolua para derrame de lava, como em todos os eventos recentes. "Essas são erupções que afetam mais a população local", afirma Letícia.

Apesar de não ser possível prever com exatidão a data e hora de uma erupção vulcânica, conforme ocorrem mudanças no estágio do sistema de alerta, as autoridades comunicam a população com antecedência e, caso seja necessário, ela é orientada a evacuar o local.

O nível amarelo significa que o vulcão irá entrar em erupção em breve? FAKE!

Conforme explicado anteriormente, os níveis do sistema de alerta mudam conforme ocorrem algumas alterações específicas na atividade de um vulcão. Apesar de só ter evoluído agora para o nível amarelo, a frequência e a quantidade dos sismos no Cumbre Vieja já têm registrado aumento desde 2017.

"Nos últimos dias, os sismos ficaram ainda mais frequentes e rasos. Nesse caso, a média do epicentro (onde começa o tremor), que estava em 30km, subiu para 12km de profundidade, o que fez o nível mudar de cor", afirma Letícia.

No entanto, não há motivo para pânico: a geóloga e vulcanóloga exemplifica que, no Chile, local que está muito mais próximo ao Brasil, existem vulcões que estão no nível amarelo.

"O nível amarelo é apenas um aviso para que a população fique atenta aos comunicados dos órgãos responsáveis porque houve uma pequena mudança nos parâmetros".

Caso haja erupção, é alta a probabilidade de um tsunami na costa do Brasil? FAKE!

Um trabalho publicado em 2001 por cientistas americanos que afirma existir o potencial de um colapso de terreno (deslizamento) caso uma grande erupção do Cumbre Vieja aconteça está sendo utilizada por diversos portais de notícias de forma sensacionalista.

Segundo a geóloga Letícia Freitas, para causar o colapso, a erupção precisa ser de alta magnitude, ou seja, muito explosiva. "Não é impossível, mas é muito pouco provável", afirma.

"É claro que existem outros mecanismos capazes de gerar um colapso, como por exemplo o colapso gravitacional, que é muito comum em regiões montanhosas". A vulcanóloga frisa que a publicação, realizada há 20 anos, analisou o chamado "Worst-case Scenario" (pior cenário possível).

"Mesmo que isso venha a acontecer, o tsunami viajaria uma distância enorme das Ilhas Canárias até o Brasil e, conforme essa viagem acontecesse, haveria muita energia sendo dissipada. Existe uma infinidade de fatores que iriam acarretar nessa dissipação de energia, que não é considerada neste estudo", afirma a geóloga.

Com isso, a probabilidade de um tsunami na costa do Brasil acontecer é muito pequena e, caso ela ocorra, a chance dele chegar em forma de ondas gigantescas no litoral do país é praticamente nula.

Cuidado com as notícias alarmistas!

Em tempos de fake news, é importante que você sempre procure informação em portais de credibilidade. No caso de vulcões, a melhor fonte são os órgãos oficiais, responsáveis pela observação e divulgação de qualquer alteração nos parâmetros.

Faça sua parte e fuja de notícias sensacionalistas!

Sobre a Climatempo

Com solidez de 30 anos de mercado e fornecendo assessoria meteorológica de qualidade para segmentos estratégicos, a Climatempo é sinônimo de inovação. Foi a primeira empresa privada a oferecer análises customizadas para diversos setores do mercado, boletins informativos para meios de comunicação, canal 24 horas nas principais operadoras de TV por assinatura e posicionamento digital consolidado com website e aplicativos, que juntos somam 20 milhões de usuários mensais.

Em 2015, investiu na instalação do LABS Climatempo, no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP), que atua na pesquisa e desenvolvimento de soluções para tempo severo, energias renováveis (eólica e solar), hidrologia, comercialização e geração de energia, navegação interior, oceanografia e cidades inteligentes. Em 2019, a Climatempo passou a fazer parte do grupo norueguês StormGeo, líder global em inteligência meteorológica e soluções para suporte à decisão, e dois anos depois, em 2021, uniu-se à Somar Meteorologia, formando a maior companhia do setor na América do Sul. A fusão das duas empresas impulsiona a Climatempo a ser protagonista global de fornecimento de dados e soluções para os setores produtivos do Brasil e demais países da América Latina, com capacidade de oferecer informações precisas de forma mais ágil e robusta.

O Grupo Climatempo segue presidido pelo meteorologista Carlos Magno que, com mais de 35 anos de carreira, foi um dos primeiros comunicadores da profissão no país. (Ascom)

camara horarios ÁGUA BOA - A Acamara (Associação de Catadores de Materiais Recicláveis) continua com o trabalho.

Segundo a Presidente Vanuza da Silva, as coletas de lixo nos bairros ocorrem durante toda a semana das 07h 30min até às 11h.

Na segunda-feira a coleta ocorre nos bairros Vila Nova e Parque dos Lagos, na terça-feira é a vez dos bairros Universitário e Araguaia Park e na parte da tarde Echer é Setor LC.

A coleta nos comércios é na quarta-feira. Na quinta é no Setor Rodoviária e Setor Primavera.

Já na sexta-feira, Setor Tropical e Setor Norte.

O Ministério do Meio Ambiente lança o Programa Nacional Rios+Limpos nesta quinta-feira (16.09), em Mato Grosso. O projeto tem a meta de retirar toneladas de resíduos sólidos de rios em todo país país. No estado o projeto começará pelo Rio Cuiabá e pelas Baías de Siamariana e Chacororé, localizadas no Pantanal.

Em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) a limpeza será feita com objetivo de retirar resíduos urbanos durante o período da seca, que permite acesso fácil a todo o entorno do rio e das baías, e dar destinação correta para todo o lixo, reciclável ou não, retirado do local. No município de Barão de Melgaço o programa envolverá 15 comunidades ribeirinhas com 700 famílias.

O Programa Rios+Limpos visa melhorar a qualidade das águas no país, e consequentemente, saúde e qualidade de vida das pessoas. A iniciativa é inédita no Pantanal e fortalece as ações executadas pelo Governo do Estado para manter o nível de água e a biodiversidade local.

Serviço:

Pauta: Lançamento do Programa Rios+Limpos

Ação: retirada de resíduos sólidos no rio Cuiabá e nas Baías de Chacororé e Siamariana

Data: Quinta-feira, 16 de setembro às 07h30 (a ação continua até o sábado, 18)

Local: Distrito Passagem da Conceição, Várzea Grande.

Programação:

16/09 (quinta-feira): Distrito da Passagem da Conceição, Várzea Grande

17/09 (sexta-feira) Município Barão de Melgaço, Porto Brandão

18/09 (sábado) Município Várzea Grande/Cuiabá

Participantes da mesa de abertura na quinta-feira

André França – Secretário de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente

Mauren Lazzaretti – secretária de Estado de Meio Ambiente

Kalil Baracat – Prefeito do Município de Várzea Grande (Ascom)

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