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Rayka França, de 26 anos, foi morta em Querência — Foto: FacebookQUERÊNCIA - A polícia segue investigando o homicídio do travesti Marcos Ray Oliveira França, de 26 anos, conhecido socialmente como Rayka França.

Rayka foi morta a pedradas na madrugada de sábado, dia 04, na Estrada R-21, que fica aos fundos de uma empresa em Querência.

Dois homens chegaram a ser conduzidos à delegacia neste fim de semana, suspeitos da autoria do crime. Eles foram ouvidos pela Polícia Judiciária Civil e liberados em seguida por falta de elementos que comprovem a participação no crime.

Rayka foi encontrada ainda com vida com vários ferimentos na cabeça e no rosto. Ao lado dela havia algumas pedras manchadas de sangue, supostamente usadas pelos criminosos para acertar a vítima. A travesti foi socorrida e levada ao hospital municipal de Querência. Ela não resistiu e morreu horas depois.

A polícia segue investigando o caso em busca dos autores do crime.

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QUERÊNCIA – Um travesti de 26 anos foi morto à pedradas na madrugada deste sábado (04/04), em Querência.

O crime aconteceu por volta de 01:30h, na Estrada R-21, perímetro urbano do município.

A Polícia Militar foi acionada por populares, informando que havia uma pessoa ferida caída ao solo. A vítima apresentava lesões no rosto. Ao seu lado, a polícia encontrou pedras com manchas de sangue, o que indicava que a vítima foi agredida a pedradas.

A ambulância com uma equipe de socorro foi acionada, e a vítima foi encaminhada ao Hospital Municipal.

Populares informaram que não viram a ação criminosa, mas deram à polícia a descrição de um homem que foi visto nas proximidades do local do crime.

A PM chegou a realizar diligências em busca do suspeito, mas ninguém foi localizado.Travesti foi morta a pedradas em Querência / Foto: Facebook

A vítima, Marcos Ray de Oliveira Franca, mais conhecido como Rayka França, sofreu uma parada cardiorrespiratória logo após chegar ao Hospital Municipal, vindo à óbito em seguida.

Como não portava documentos, a identificação da vítima só foi realizada após o óbito, pela Polícia Judiciária Civil, através de tatuagens que a vítima possuía. A vítima já possuía passagens pela polícia, e características como tatuagens são descritas e ficam armazenadas no banco de dados da PJC.

O homicídio doloso foi registrado pela Polícia Militar, e a Polícia Judiciária Civil investiga agora o caso.