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v apreÁGUA BOA - Três pessoas envolvidas em golpes de estelionato aplicados na venda/compra de veículos foram presas pela Polícia Civil, após terem suas atuações ilícitas identificadas em investigações da Delegacia de Água Boa. O golpe aplicado pelo grupo criminoso atingiu cerca de 40 vítimas causado um prejuízo de estimado de R$ 600 mil aos atingidos.

As prisões contra os suspeitos foram cumpridas nesta quinta-feira (30) no município de Goiania (GO). O terceiro integrante do grupo teve a ordem de prisão cumprida na terça-feira (28), em Rondonópolis (MT). Tudo indica que o grupo estava se preparando para aplicar fraudes semelhantes em outros municípios.

As investigações apuraram a atuação dos suspeitos com os crimes de estelionato, falsidade ideológica, falsificação de documento publico, apropriação indébita e crimes contra o consumidor.

Segundo as investigações nos últimos meses dezenas de pessoas procuraram a empresa para obter financiamento para aquisição de veículos, sendo as vítimas ludibriadas a pagarem uma entrada mediante a promessa do veículo desejado.

Porém no momento da assinatura dos contratos de financiamento, os fraudadores emitam um contrato de consórcio, sem cópia, induzindo a vítima a erro. Acreditando que estavam dando entrada no veículo, as vítimas passavam aos suspeitos valores entre R$15 a 30 mil.

As vítimas apenas percebiam ter caído em um golpe quando descobriam estar participando de consórcios com valores superiores aos que esperavam, sem ter recebido o veículo esperado. Também há indícios que os suspeitos falsificavam documentos com intuito de obter o financiamentos/consórcios em nomes das vítimas.

Dois dos suspeitos chegaram a ser presos em flagrante no mês de abril, sendo posteriormente a prisão convertida em preventiva, porém os suspeitos foram colocados em liberdade mediante Habeas Corpus.

Com base nas investigações o delegado, Gutemberg de Almeida Lucena, representou pela suspensão da atividade da empresa assim como pela prisão preventiva dos três suspeitos, as quais foram deferidas pela Justiça.  

A operação foi fruto de 8 meses de investigações da Delegacia de Polícia Civil e do Núcleo de Inteligência da PJC. (Ascom)

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