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ATUALIZADA DIA 29 JAN 2020

 

ÁGUA BOA – Outro júri popular foi realizado dia 16 de dezembro de 2.019. Sentou no banco dos réus, Natalian de Souza, acusado de homicídio contra Alessandra Balbino da Silva.

Natalian foi condenado por maioria de votos, sendo que os jurados reconheceram as qualificadoras de crime cometido por asfixia e contra uma mulher (feminicídio). Os jurados reconheceram ainda a materialidade e autoria de vilipêndio de cadáver.

A vítima deixou 4 filhos órfãos. O crime ocorreu na noite de 5 para a madrugada de 6 de março de 2.017 no Bairro Operário. O suspeito foi detido horas depois do crime, confessando a autoria.

Natalian havia saído da prisão dia 3 de março, apenas dois dias antes de cometer o assassinato. Alessandra foi atingida por instrumento contundente no corpo e na cabeça. Natalian encontra-se preso desde março de 2.017, tendo já cumprido mais de 2 anos e 9 meses da pena.

Ele ainda deve cumprir em regime fechado, outros 22 anos e 2 meses, já que a pena total da condenação pelos crimes alcançou 25 anos. A Defensoria Pública entrou com recurso no Tribunal de Justiça, mas o réu segue preso. A presidência dos trabalhos foi do Dr. Jean Louis Maia Dias.

SENTENÇA COMPLETA NO FINAL DA REPORTAGEM ABAIXO

 

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ATUALIZADA DIA 07/03/2017 

ÁGUA BOA - As polícias Civil e Militar esclareceram o homicídio ocorrido no Bairro Vila Nova no final de semana. No domingo, dia 05 de março, por volta de 15hs 30min, populares informaram a Polícia Militar que um cadáver fora encontrado em um terreno baldio ao lado do pavilhão da Igreja católica no bairro. Em seguida, a polícia chegou ao nome da vítima. Natalian de Souza

Tratava-se de Alessandra Balbino da Silva, 30 anos, Técnicos da Politec efetuaram levantamento do local do crime, bem como encaminharam o corpo para necropsia. A Delegada de polícia informa que ainda no domingo, foi detido o principal suspeito, Natalian de Souza, de 35 anos. Após ser insistentemente interrogado, ele confessou que matou Alessandra.

Segundo palavras de Natalian, ele saiu da penitenciária Regional Major Zuzi na noite de sexta-feira, 03 de março, após cumprir pena. No sábado à noite ele recebeu a visita de Alessandra, com quem já teve relacionamento no passado. Em dado momento, segundo Natalian, Alessandra teria convidado Natalian para ir a uma boca de fumo para comprar drogas.

Ele disse que ela já havia ingerido bebida alcoólica e consumido drogas. No caminho, ambos pararam neste terreno baldio. Em seguida, Natalian teria dito à Alessandra que não iria até a boca de fumo. Ela teria ficado enfurecida, passando a agredir Natalian.

Na luta corporal, Alessandra teria perdido parte das roupas e arranhado ele. Natalian bateu no rosto dela e esganou ela, mas não soube informar a hora dos fatos. Quando ela parou de lutar, ele foi para casa, esperando notícias dela no outro dia.

Ele afirmou à delegada Luciana Canaverde que não achava que teria matado Alessandra, mas que ela apenas teria desmaiado. Ressaltou que não teria motivo para matar a mulher e se disse profundamente arrependido. Mesmo assim, a delegada prendeu o suspeito em flagrante delito. Ele já tem antecedentes e aguarda preso um posicionamento da Justiça da comarca.

Segundo a Dra. Luciana, o laudo pericial da Politec aponta que ela teria sido morta na noite de sábado para domingo. A delegada tem o prazo de 10 dias para a conclusão do Inquérito Policial. Por isso, se alguém tiver outras informações, pode repassá-las à polícia, ainda que anonimamente.

 

SENTENÇA AQUI - 

 

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ATUALIZADA DIA 06/03 - 

Alessandra Balbino da Silva ÁGUA BOA – Um homicídio foi registrado neste domingo no Bairro Vila Nova. O corpo de Alessandra Balbino da Silva, 30 anos, foi encontrado em um matagal ao lado do Pavilhão da Igreja Católica do Bairro Vila Nova, por volta das 15hs 30min deste domingo.

As primeiras informações foram repassadas pelo Tenente Tavares da Polícia Militar. Ele disse que a mulher foi encontrada nua e pode ter sido morta na noite de sábado. Laudo pericial da Politec deverá esclarecer esse fato. A causa da morte da mulher também merece investigação por parte da Politec. A mulher aparentava ter sido agredida a pauladas no rosto, o que pode ter causado Traumatismo Craniano, TCE.

O corpo de Alessandra passou por necropsia e liberado ontem à noite para a família providenciar no velório.

Agora pela manhã, o delegado plantonista do final de semana, Dr. Sued Dias, afirmou que a investigação corre em sigilo. Ele não deu detalhes para não atrapalhar a investigação.

O crime brutal chocou a comunidade do Bairro Vila Nova.