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ÁGUA BOA - O Secretário Estadual da Saúde visitou Água Boa na manhã de hoje para uma reunião com integrantes do Consórcio Regional de Saúde – Hospital Regional Paulo Alemão. Dr. Gilberto Figueiredo gostou da estrutura do hospital regional, diante da sua gestão coesa e determinada.

Afirmou que uma das necessidades é um novo aparelho de mamografia para fazer frente às necessidades. O secretário estadual confirmou que o deputado Dr. Eugênio tem feito importantes pleitos em favor da saúde do município de Água Boa e região.

Ele disse que algumas lideranças definiram por adotar o ‘Partido da Saúde’ como uma das bandeiras de luta, afinando o discurso com o governador Mauro Mendes. Destacou que o Consórcio Regional apesar da boa estrutura, ainda pode ofertar melhores serviços como desafio para o futuro.

Sobre o repasse mensal de recursos necessário para manter os serviços do hospital, o secretário disse que a dívida herdada é gigante, cerca de R$ 600 milhões com fornecedores e municípios. Ele acredita que o governo levará cerca de um ano para equilibrar as receitas.

Sobre o pleito de um Centro de Hemodiálise para Água Boa, luta do deputado Dr. Eugênio, o secretário declarou que está em formatação uma parceria com a Unimed de Barra do Garças no sentido de comprar os equipamentos necessários. A ideia partiu do Rotary Club.

O Consórcio Regional do Médio Araguaia entraria na parceria com a ampliação da infraestrutura para deslanchar o projeto. Dr. Figueiredo salientou que existe interesse dos parceiros em tocar o projeto para os próximos meses, dependendo das conversações sobre esse serviço de alta complexidade. Atualmente cerca de 30 pacientes do Médio Araguaia se deslocam 3 vezes por semana para Barra do Garças em busca do serviço de hemodiálise.

Sobre a questão da UTI, antigo pleito da região, o secretário estadual confirmou que existe carência no Estado por leitos de UTI. Gilberto Figueiredo salientou que nos últimos 20 anos, os governos não fizeram os investimentos mesmo sabendo do crescimento populacional.

Para ele, os investimentos em saúde foram mascarados pelos governos. “Pedaladas fiscais apontavam investimentos de 12% na saúde, mas na prática, isso não aconteceu”. Esses assuntos devem evoluir ao longo dos próximos meses.