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Saúde

ÁGUA BOA - O Centro de Imunização informa que está com muitas doses de vacina contra Covid-19 que vão vencer hoje, dia 28 de junho.
Para evitar perdas e tendo em vista ao aumento expressivo no número de casos ativos da doença, a Secretaria Municipal de Saúde convoca a população a buscar o Centro Municipal de Saúde e completar o esquema vacinal.
As doses são da Coronavac e estão liberadas para as crianças entre 6 e 11 anos, e também para o público geral.

v 2ÁGUA BOA - Em constante crescimento, o Hospital Vale do Araguaia anuncia o investimento na aquisição de modernos equipamentos para assegurar um atendimento cada vez melhor e mais completo aos pacientes. v 3

O investimento foi feito principalmente para o centro cirúrgico, que vai proporcionar a realização de cirurgias mais complexas que demandam, inclusive, mais tempo de operação e estabilização do paciente. A relação dos equipamentos inclui Respirador Anestésico que atende desde recém nascido até obeso mórbido, Monitor Multiparâmetro Ultra Avançado com monitorizaçao cerebral incluso (primeiro e único na região) e Eletrocautério cirúrgico. Vale lembrar que o hospital já tinha um centro cirúrgico equipado, mas é de extrema importância investir cada vez mais em equipamentos de alta tecnologia, e é isso que vem sendo feito.
“A administração do Hospital Vale do Araguaia é ciente da necessidade de investir pesado em tecnologia de ponta. Precisamos ter os melhores equipamentos para que nossos profissionais tenham segurança nos procedimentos. Os médicos anestesistas já estão utilizando esses novos equipamentos nas cirurgias. “ Afirmou o diretor do Hospital Vale do Araguaia, Dr. Cleber Dias. 

O hospital também investiu em um aparelho Cardiotocógrafo, indicado para monitoração da gestação durante as fases que antecedem o parto, por meio da ausculta e visualização dos batimentos cardíacos fetais, da monitoração da contração uterina e dos movimentos fetais.  (Ascom)
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CUIABÁ - Uma pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Laboratório Central de Mato Grosso (Lacen-MT), identificou a circulação da nova cepa da dengue em Mato Grosso, o genótipo do sorotipo II do vírus, mais conhecido como cosmopolita. 
Água Boa consta no boletim da SES como tendo registrado essa nova variente da dengue.

A cepa cosmopolita está presente na Ásia, no Oriente Médio e na África. No Brasil, o primeiro caso foi registrado em Goiás e, em seguida, foram identificados casos em Mato Grosso do Sul, São Paulo e Mato Grosso.

No Estado, a análise foi feita pela equipe coordenada pelo pesquisador da Fiocruz, Luiz Carlos Júnior Alcântara, que recebeu, entre 05 e 10 de junho, 32 amostras com resultado positivo prévio para dengue. 

Após sequenciamento utilizando a metodologia de nanoporos, do total de amostras analisadas, 29 corresponderam ao tipo DENV-1 genótipo V, cepa mais comum no Estado, e três amostras corresponderam ao DENV-2 genótipo emergente de tipo II, a variante cosmopolita.

Os casos da variante cosmopolita são provenientes dos municípios de Cuiabá, Nortelândia e Sorriso. Para a pesquisa, também foram colhidos materiais nos municípios de Novo mundo, Nova Maringá, Santo Antônio do Leverger, Tangará da Serra, Lucas do Rio Verde, Nova Santa Helena, Água Boa e Nortelândia. (Ascom)

Este mês é direcionado a conscientização e prevenção à Obesidade Infantil, uma condição que tem crescido de maneira alarmante nos últimos anos. Em uma pesquisa realizada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) estima-se que, em 2025, o número de crianças obesas no mundo chegue a 75 milhões.

A correria do dia a dia favorece uma alimentação de baixa qualidade com o consumo de alimentos pré-prontos ou ultraprocessados. De acordo com a médica endocrinologista e professora do curso de Medicina da Unic, Ana Flávia Fiacadori, uma dieta a base de salgadinhos, bebidas açucaradas, macarrão instantâneo, embutidos e refrigerantes, associado ao sedentarismo, sendo, os principais passos para a obesidade infantil.

Se nada for feito, a possibilidade de reverter essa situação no Brasil cai para 2% e, até 2030, o país ocupará a 5ª posição do ranking com mais crianças e adolescentes com obesidade, segundo o Atlas Mundial da Obesidade. Alguns especialistas já levantam a hipótese de que a geração atual de crianças pode ser a primeira a viver menos que seus próprios pais, por causa do estilo de vida e doenças associadas a obesidade que elevam a mortalidade.

“A obesidade infantil é ocasionada por fatores que podem ocorrer ainda na gestação ou ainda resultado de uma série de fatores genéticos e comportamentais, que atuam nos contextos familiar, escolar e social”, destaca a especialista.

Mudando o hábito

Trabalhar hábitos saudáveis dentro de casa não é tão simples, requer persistência e desistir no primeiro ‘não quero’ ou ‘não gosto’ está fora de cogitação. O primeiro passo é substituir alimentos ultraprocessados, que contêm na formulação cinco ou mais ingredientes predominantemente artificiais, por mais frutas, verduras e legumes.

Em seguida, aumentar atividade física da criança incentivando práticas esportivas, brincadeiras ao ar livre, assim as crianças podem se divertir enquanto o corpo se movimenta. Segundo a OMS, é recomendado que adolescentes cumpram 60 minutos de atividade física diariamente, porém mais de 80% não cumprem esse objetivo. “É inevitável observarmos como a geração atual troca brincadeiras estimulantes com práticas físicas por atividades que promovem o sedentarismo, passando horas em frente às telas de televisão, celulares e computadores”, completa a endocrinologista.

Por isso, como parte da prevenção da obesidade infantil é indicado a redução do tempo de tela. A Academia Americana de Pediatria recomenda a que crianças entre 2 e 5 anos sejam limitadas a uma hora de tela por dia. Os limites devem aumentar proporcionalmente para crianças mais velhas.

Ana Fiacadori ressalta que obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento de doenças como diabetes, AVC, hipertensão, câncer, doenças cardiovasculares, transtornos alimentares e dificuldades respiratórias, por isso, o público mirim merece atenção redobrada. “É importante que os responsáveis busquem por um especialista, pois obesidade é uma doença crônica, e o tratamento deve ser individualizado e iniciado o quanto antes”, conclui.

UNIC    

Fundada em 1988, a Unic foi a primeira instituição privada de ensino superior no Mato Grosso e é uma das universidades mais conhecidas e tradicionais da região, tendo formado milhares de alunos nos cursos presencias e a distância. Com unidades em várias cidades do estado e representatividade em diversos campos de atuação, a instituição oferece cursos de extensão, graduação, pós-graduação lato sensu, além de programas de mestrado e doutorado.    

De portas abertas para a comunidade, a instituição presta inúmeros serviços à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Unic oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.  

Em 2010, a Unic passou a integrar a Kroton. Para mais informações, acesse o site. 

Sobre a KrotonMed

A KrotonMed é a unidade de negócio da Kroton voltada para a Medicina. Criada em 2021, a KrotonMed possui mais de 3 mil alunos matriculados no curso de Medicina em 6 instituições de ensino superior: Unic, no Mato Grosso; Uniderp, no Mato Grosso do Sul; Unime Lauro de Freitas e Pitágoras Eunápolis, na Bahia; e Pitágoras Codó e Bacabal, no Maranhão. A KrotonMed possui mais de 7 mil alunos em cursos de Saúde Presencial, mais de 18 mil alunos em outros cursos presenciais de alto valor agregado. Os cursos recebem investimentos constantes para aprimoramento da infraestrutura, que inclui laboratórios e ferramentas que utilizam as mais avançadas tecnologias voltadas ao ensino da Medicina. As instituições possuem parceria com clínicas e hospitais que atendem a população, possibilitando ao aluno acesso a um alto nível de educação que reúne teoria e prática e uma preparação eficiente para sua inserção no mercado de trabalho. (Ascom)

O cálcio é um mineral essencial para o corpo humano e cerca de 99% desse mineral estão nos ossos e dentes. Bons níveis de cálcio preservam a boa saúde dos ossos, força e contração muscular, integridade do sistema nervoso e equilíbrio na coagulação do sangue. Além da alimentação, a vitamina D ajuda a manter o equilíbrio do cálcio no organismo, acelerando a absorção pelo intestino e reduzindo a perda pela urina e retirada da reserva mantida nos ossos.

A osteoporose, por exemplo, é uma doença caracterizada pela perda da massa óssea e alteração da microarquitetura dos ossos que se tornam frágeis e quebradiços, condição que aumenta o risco de fraturas. Muitos fatores podem acelerar, como idade, genética, sexo feminino, sedentarismo, tabagismo, abuso de bebidas alcóolicas e dieta alimentar.

Uma alimentação rica em cálcio ou a suplementação com cálcio pode levar a uma redução da remodelação óssea 10-15% e ajuda a evitar a perda óssea e a reduzir as taxas de fraturas. A associação com vitamina D traz benefícios ainda maiores.

“A exposição solar adequada, dieta alimentar rica em cálcio e atividade física regular são determinantes para a manutenção da saúde óssea e muscular. Estas orientações estão sempre associadas aos medicamentos específicos indicados no tratamento da osteoporose”, explica Odair Albano, ginecologista, obstetra e consultor em saúde.

Principais fontes de vitamina D e cálcio

A principal fonte de vitamina D é a luz do sol. No entanto, 10% da vitamina D do organismo vêm de alimentos como salmão, óleo de fígado de peixe, gema de ovo e frutos do mar. A melhor fonte alimentar de cálcio é o leite e derivados, mas vegetais com folhas escuras (couve, brócolis, etc), peixes e ovos também são importantes.

Por meio de avaliação clínica e laboratorial, o médico pode detectar se os níveis de cálcio e vitamina D estão adequados. Em caso de estarem insuficientes, o especialista pode indicar a suplementação para que o paciente alcance os níveis recomendados.

“Os níveis ideais de vitamina D no sangue, não apenas para benefícios ósseo-muscular, mas também para manutenção da saúde em geral e bom funcionamento do sistema imunológico em adultos deve ser 20-60 ng/ml. Na presença de fatores de risco, entre eles a idade, história de fraturas, gestantes, o recomendado é de 30-60 ng/ml. A dose indicada para suplementação da vitamina D com cápsulas ou comprimidos vai depender da análise individual”, complementa Albano. (AScom Máquina Cohn&Wolfe)

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